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O dia-a-dia do Ortoptista (TSDT)
Quiz by Catarina Coutinho
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Cria dez perguntas de escolha múltipla baseado neste texto : Alimentado pelos recursos auríferos e de diamantes vindos da colónia brasileira, formando um conjunto patrimonial de características singulares em território nacional, sendo um dos mais imponentes e notáveis monumentos de Portugal e da Europa, o Real Edifício de Mafra integra um Palácio, uma Basílica, um Convento com a sua cerca, atual Jardim do Cerco, e uma Tapada, tendo sido objeto de classificação como Monumento Nacional em 1907 (Convento) e em 1910 (Basílica), e inscrito na lista na UNESCO como Património Mundial (2019). Construído ao longo de mais de três décadas, o Real Edifício de Mafra tornou-se um epicentro de ensino e conhecimento, onde se formaram as seguintes gerações de engenheiros e arquitetos. Politicamente o Palácio-Convento deve ser visto como a manifestação concreta, mais representativa, do poder absoluto do monarca D. João V, enquanto afirmação terrena e divina da sua autoridade, tendo como principal objetivo projetar Portugal como potência internacional. Alto da Vela Primitivo nome dado “à colina” onde foi construído o Palácio-Convento de Mafra, determinou a expansão da Vila de Mafra em torno e à frente do mesmo. Sítio de moinhos de “vela” e terras de cultivo, foi escolhido pelo monarca D. João V, segundo frei Cláudio Conceição (1820), por ser localizado no termo da Vila de Mafra, “ter uma fonte de abundante e excelente água, e fazer uma admirável perspetiva no dilatado mar, que se descobre”. A aquisição dos terrenos para a construção do Real Edifício de Mafra (palácio, basílica, convento, cerca e tapada) foi realizada em várias fases: a primeira decorreu em 1713, a segunda em 1734 e a terceira entre 1747 e 1748. Basílica, Órgãos e Carrilhões Elemento arquitetónico mais imponente do Real Edifício de Mafra, destacando-se o zimbório, a Basílica é uma obra-prima aos níveis construtivo e estético. Foi erigida entre 1717 e 1735, com a capacidade para acolher 80 religiosos, tendo sido sagrada em 22 de outubro de 1730, no dia do 41.º aniversário de D. João V. A fachada e o interior da Basílica de Mafra exibem 58 estátuas de grande dimensão e três baixos-relevos, em mármore branco de Carrara, executados em oficinas de Roma, Florença e Génova, a maior encomenda de escultura, à época, fora de Itália. Aos seis órgãos de tubos do interior, projeto único e inovador no mundo, correspondem as duas torres sineiras no exterior, sendo os dois monumentais carrilhões, do século XVIII, considerados como dos mais importantes e notáveis internacionalmente. Em 7 de junho de 1835 ocorreu a transferência da Paróquia de Santo André da igreja matriz (sita na Vila Velha) para a Basílica de Mafra. Créditos: PT/TT/CR/007-007/00199 Ilha da Madeira Na memória coletiva permanece o topónimo Largo da Ilha da Madeira, devido à concentração na Vila de Mafra de um grande número de operários (cerca de 45000), vindos de todo o país, para a edificação do Convento. Cresceu a noroeste da Real Obra, “ilha”, toda construída em “madeira” e devido à acumulação desse material, ergueram-se telheiros para estrebarias e cavalariças, casas de alvenaria para acomodação do pessoal especializado e oficiais, e uma ermida de madeira para o serviço divino. No recinto das habitações foram abertas inúmeras casas de pasto para serviço dos operários, que se alimentavam à custa do seu salário. Jardim do Cerco Jardim da cerca conventual, com 9 hectares, a sua construção teve como objetivo servir uma comunidade religiosa contendo horta, pomar, mata e jardim. A disposição do espaço obedeceu às conceções estéticas do Barroco. Em 1726, o viajante estrangeiro Charles Frederic de Merveilleux escreve que o “Rei D. João V fez plantar um grande parque ou jardim repleto […] de todos os tipos de árvores que crescem em todos os países do seu domínio nas quatro partidas do Mundo”. Além do tanque circular de mármore do século XVIII, contíguo ao maior e mais antigo poço do Cerco, munido de nora, também alberga um jogo da bola, onde se praticaram originalmente sete jogos. Na Botica fradesca eram produzidos elixires e unguentos. Tapada Nacional de Mafra Antiga Real Tapada de Mafra constitui uma joia cinegética e florestal única no território português, com uma área de 1188 hectares. Criada por decreto régio de 18 de julho de 1744, no qual o rei D. João V foi “servido mandar demarcar, junto à vila de Mafra, terras para se formar uma tapada para seu real serviço […]” vedada por um muro “de pedra e cal”. É organizada em três partes: a Primeira Tapada ou Tapada de Fora encontra-se, hoje, entregue ao Exército Português (Escola das Armas); as Segunda e Terceira Tapadas, ou Tapadas do Meio e de Dentro integram, atualmente, a Tapada Nacional de Mafra. Alberga um grande número de espécies de fauna e flora endémicas da Península Ibérica, que se distribuem por diferentes habitats. A Tapada, desde a sua fundação até à implantação da República (1910), foi um dos locais de eleição dos monarcas portugueses como espaço de lazer e parque de caça. Fonte de abastecimento de água ao Palácio-Convento, o sistema de recolha apoia-se em aqueduto, concebido pelo engenheiro militar Manuel da Maia, com cerca de 4560 m, estendendo-se do interior da Tapada até ao Jardim do Cerco.
A paisagem sonora é o resultado da soma de todos os sons de determinado espaço. (...) Como os espaços diferem entre si, cada paisagem sonora é singular e soa de modo peculiar. Ela é dinâmica e está em constante mutação, devido a uma série de fatores: estações do ano, hora do dia ou da noite, clima, presença ou ausência de máquinas, eletrodomésticos, pessoas, animais, vento, chuva..., exemplos que podem se suceder ao infinito. Então, cabe perguntar: Será que se conhece a paisagem sonora do espaço em que se habita? Ou do local de trabalho? Como se pode caracterizar a paisagem sonora de uma rua? De um bairro? De uma casa? Só se terá uma resposta a essas questões, se se ouvir intensamente, com cuidado, procurando perceber os sons e de onde provêm: De cima? De baixo? De dentro ou de fora de um determinado espaço? Que tipos de som são predominantes? De máquinas? De pessoas? De animais?
Obra Dramática "Leandro, Rei da Helíria", autora: Alice Vieira. O 1º ato deste texto dramático é constituído por um total de onze cenas. As cenas têm lugar em Helíria no reino do Rei Leandro, principalmente no jardim e na sala de banquetes. Logo no início, o Rei fala com o Bobo e no seu discurso mostra-se atormentado com o sonho que teve, pois considera que se trata de um recado dos deuses. Na 2ª cena, ficamos a conhecer duas das suas filhas: Amarílis e Hortênsia. Estas mostram-se, desde logo, interesseiras e falsas e terminam a cena envolvendo-se numa grande discussão e insultando-se mutuamente. Na 3ª cena, surge Violeta, atraída por toda aquela barulheira infernal, mas as irmãs dão o assunto por encerrado e pedem-lhe que não se meta, porque são coisas de gente crescida. (p.23) Seguidamente, na 4ª cena surgem os noivos de Amarílis e Hortênsia com o objetivo de marcar os casamentos. O noivo de Amarílis, o príncipe Felizardo, é do tipo novo-rico (p. 29), fanfarrão e só pensa no seu dinheiro. O noivo de Hortênsia, o príncipe Simplício, é muito tímido (p.29), vive na sombra do noivo de Amarílis e apresenta um vocabulário tão reduzido que a única frase que profere vezes sem conta é: “Tiraste-me as palavras da boca”. O Rei decide comemorar os noivados (p.32) das filhas, no dia seguinte, com uma grande festa no palácio. Na cena 5, Violeta caminha só pelo jardim, quando é surpreendida pelo príncipe Reginaldo (p.33), seu pretendente. Violeta revela o seu sonho ao futuro noivo e diz-lhe que é um mau presságio (p.38). Sobre o casamento de ambos decidem falar após os festejos do casamento das irmãs. A cena 6 é apenas o relato dos preparativos para o banquete real. A 7ª cena é bastante esclarecedora, no que diz respeito ao carácter dos três príncipes, uma vez que os noivos de Amarílis e Hortênsia se mostram apenas preocupados com a riqueza/fortuna que irão proporcionar às noivas, enquanto que o futuro noivo de Violeta diz ser o mais rico de todos, por ter o amor de Violeta. Nas cenas 8 e 9, o discurso entre as três irmãs sobre o seu futuro também nos deixa perceber que Amarílis e Hortênsia apenas estão interessadas na fortuna/riqueza dos noivos, não se ralando, a primeira com a deselegância (p.49) da linguagem do noivo e a segunda com o fato de o noivo ser de poucas falas. A 10ª cena é uma das mais longas e remete-nos para o interior do palácio, onde irá decorrer a festa de noivado. Esta cena é de grande importância, porque o Rei decide, finalmente, revelar o conteúdo do seu sonho, dizendo que viu o seu manto (p.52) ser levado pelo vento, a coroa (p.52) ser arrastada pela fúria das águas e o seu cetro arrancado por forças invisíveis (p.52). Na opinião do Rei, os deuses querem que ele deixe de reinar, por estar velho de mais e não conseguir zelar pelos seus súbditos. O Bobo tem opinião diferente e diz, de forma cómica, que “os deuses devem estar loucos (p.53)”. O Rei anuncia então a sua decisão de entregar o reino à filha que demonstrar maior amor por si. Uma a uma, as filhas ajoelham-se diante do pai para manifestarem os seus sentimentos: Amarílis diz “Quero-vos mais do que ao sol”. Hortênsia diz “Quero-vos mais do que ao ar que respiro” e, por último, Violeta que diz “Preciso de vós como a comida precisa do sal”. O Rei fica furioso por tal comparação de Violeta e diz-lhe que nunca mais a quer ver. Na cena 11, o Rei manda chamar o escrivão (p.56) para redigir um documento no qual refere que a partir daquele dia ninguém ouse pronunciar o nome de Violeta, que esta seja banida do reino e que nunca mais se plantem violetas no seu jardim. O príncipe Reginaldo assegura ao Rei que esta irá, mas não estará só, pois irão casar e viverão felizes no seu reino. O Rei decide então que o seu reino ficará para as suas outras filhas, dividindo-o em duas partes: Amarílis governará o Norte (os seus pomares, vinhas, pastagens…) e Hortênsia governará o Sul (as minas de ferro, cobre, estanho…). Quanto ao Rei, viverá seis meses (p.62) em cada reino e ficará só com o seu fiel bobo, dispensando o restante séquito p.62) . Esta última cena termina com a crueldade das duas irmãs que discutem sobre quem irá ser a primeira a “aturar o velho”. O 2º ato apresenta onze cenas. Em termos de localização, verificamos que este vai alternando entre a gruta onde o Rei se abriga e os reinos/domínios das suas filhas. Na 1ª cena, O Rei e o seu fiel bobo caminham pela estrada e veem-se forçados a abrigar-se devido à tempesatde que se aproxima. Na 2ª cena, encontram um Pastor, cujo verdadeiro nome é Godofredo Segismundo, embora na brincadeira diga que é o rei de copas. O Bobo resolve contar a triste história do seu amo ao Pastor e quando lhe fala da frase proferida por Violeta, filha preferida do Rei, o Pastor responde, com grande sabedoria: “Grande vai o mal em casa onde não há sal (p.73).” Na 3ª cena viajamos até ao reino de Amarílis, que chamara a irmã Hortênsia para decidir sobre o futuro do pai. Nem uma nem outra se encontram na disposição de continuar a recebê-lo /aturá-lo. Segundo Amarílis, o Rei passou a ser como um súbdito (p.77) qualquer do seu reino, quando decidiu entregar-lhes o poder. O príncipe Felizardo acrescenta que “Quem não trabuca, não manduca.” E decidem que o melhor é deixar o pai à sua sorte, pois não querem vadios e preguiçosos. Na 4ª cena, o Pastor aconselha o Bobo a procurar a outra filha, mas o Bobo teme a ira/fúria do Rei, que nem quer ouvir falar em tal nome e só sabe repetir “Eu não sou maluco”. Na 5ª cena somos transportados para os domínios de Reginaldo e Violeta, onde o Pastor relata toda a história do Rei. Ficamos a saber que Violeta, sua filha, todos os domingos, na praça do mercado, pedia à população para que se vissem o seu pai o levassem à sua presença, sem contudo lhe revelar a sua identidade. Na 6ª cena, o Pastor descreve o seu reino e fala de toda a fartura que aí poderão encontrar. O Bobo desconfia, mas assim que o Rei acorda, ele diz-lhe que a tempestade já passou e que está na hora de pôr os pés a caminho. O Pastor informa o Bobo sobre o melhor caminho a seguir para chegar ao seu reino. Na 7ª cena, o Pastor fala com Violeta e informa-a que o seu pai não tardará a chegar e repete constantemente: “tão certo como eu me chamar GodofredoSregismundo”. Violeta apressa-se a transmitir ordens na cozinha e pede ao Pastor que informe que, à noite, as portas do seu palácio estarão abertas e haverá comida para toda a gente. Pede também que fique de vigia e que assim que o seu pai aparecer o leve à sua presença. Na 8ª cena, o Rei e o Bobo chegam finalmente ao reino de Violeta. O Bobo mostra-se muito alegre, mas o Rei, pessimista, não pára de repetir a lengalenga: “Em toda a parte há medo, miséria, tristeza…” Na 9ª cena, o Bobo conversa com o Rei sobre as suas filhas, ao que este responde, arreliado, que não tem filhas e que a culpa é dos deuses. O Bobo responde-lhe que se está na situação em que está o deve às desalmadas (p.96) das filhas. Na cena 10, o príncipe Reginaldo surge junto deles e diz que cheira a violetas, que tem plantadas no seu jardim, e o Rei Leandro desconfia, quando o ouve. De seguida é a vez de Violeta falar e o Rei fica confuso, porque a voz é-lhe familiar. Reginaldo pergunta-lhe quem é e o que faz no seu reino, ao que o Rei responde: “Sou Leandro, Rei de Helíria”. Reginaldo diz-lhe então que esse reino já não existe, que fora dividido em dois e oferecido às filhas mais velhas, que agora não faziam outra coisa que passar o tempo a guerrearem-se uma à outra. Na última cena, dá-se o banquete. Violeta manda servir o primeiro prato e o Rei prova, mas põe de lado, manda servir o prato seguinte e o Rei volta a fazer o mesmo. Seguem-se outros pratos, mas a reação do Rei é sempre a mesma, até que diz: “Basta! Esta comida está intragável!”. Violeta informa-o que é apenas comida sem sal. O Rei fica sem fala, espantado e pergunta-lhe o nome. O Bobo reconhece-a de imediato e o Rei admite então o seu grande erro ao expulsar a única filha sincera que tinha, a única que o amou de verdade. O Pastor intervém e, citando as palavras da sua esposa, Briolanja, diz: “A palavras ocas, orelhas moucas”. O Rei pede perdão (p.105) a sua filha Violeta e tudo acaba em bem. Doravante, aquele será também o seu reino, refere Violeta, e esquecerão tudo o que ficou para trás. Terminou o pesadelo! E o Bobo termina, dizendo: “Vitória, vitória, acabou-se a história”O 1º ato deste texto dramático é constituído por um total de onze cenas. As cenas têm lugar em Helíria no reino do Rei Leandro, principalmente no jardim e na sala de banquetes. Logo no início, o Rei fala com o Bobo e no seu discurso mostra-se atormentado com o sonho que teve, pois considera que se trata de um recado dos deuses. Na 2ª cena, ficamos a conhecer duas das suas filhas: Amarílis e Hortênsia. Estas mostram-se, desde logo, interesseiras e falsas e terminam a cena envolvendo-se numa grande discussão e insultando-se mutuamente. Na 3ª cena, surge Violeta, atraída por toda aquela barulheira infernal, mas as irmãs dão o assunto por encerrado e pedem-lhe que não se meta, porque são coisas de gente crescida. (p.23) Seguidamente, na 4ª cena surgem os noivos de Amarílis e Hortênsia com o objetivo de marcar os casamentos. O noivo de Amarílis, o príncipe Felizardo, é do tipo novo-rico (p. 29), fanfarrão e só pensa no seu dinheiro. O noivo de Hortênsia, o príncipe Simplício, é muito tímido (p.29), vive na sombra do noivo de Amarílis e apresenta um vocabulário tão reduzido que a única frase que profere vezes sem conta é: “Tiraste-me as palavras da boca”. O Rei decide comemorar os noivados (p.32) das filhas, no dia seguinte, com uma grande festa no palácio. Na cena 5, Violeta caminha só pelo jardim, quando é surpreendida pelo príncipe Reginaldo (p.33), seu pretendente. Violeta revela o seu sonho ao futuro noivo e diz-lhe que é um mau presságio (p.38). Sobre o casamento de ambos decidem falar após os festejos do casamento das irmãs. A cena 6 é apenas o relato dos preparativos para o banquete real. A 7ª cena é bastante esclarecedora, no que diz respeito ao carácter dos três príncipes, uma vez que os noivos de Amarílis e Hortênsia se mostram apenas preocupados com a riqueza/fortuna que irão proporcionar às noivas, enquanto que o futuro noivo de Violeta diz ser o mais rico de todos, por ter o amor de Violeta. Nas cenas 8 e 9, o discurso entre as três irmãs sobre o seu futuro também nos deixa perceber que Amarílis e Hortênsia apenas estão interessadas na fortuna/riqueza dos noivos, não se ralando, a primeira com a deselegância (p.49) da linguagem do noivo e a segunda com o fato de o noivo ser de poucas falas. A 10ª cena é uma das mais longas e remete-nos para o interior do palácio, onde irá decorrer a festa de noivado. Esta cena é de grande importância, porque o Rei decide, finalmente, revelar o conteúdo do seu sonho, dizendo que viu o seu manto (p.52) ser levado pelo vento, a coroa (p.52) ser arrastada pela fúria das águas e o seu cetro arrancado por forças invisíveis (p.52). Na opinião do Rei, os deuses querem que ele deixe de reinar, por estar velho de mais e não conseguir zelar pelos seus súbditos. O Bobo tem opinião diferente e diz, de forma cómica, que “os deuses devem estar loucos (p.53)”. O Rei anuncia então a sua decisão de entregar o reino à filha que demonstrar maior amor por si. Uma a uma, as filhas ajoelham-se diante do pai para manifestarem os seus sentimentos: Amarílis diz “Quero-vos mais do que ao sol”. Hortênsia diz “Quero-vos mais do que ao ar que respiro” e, por último, Violeta que diz “Preciso de vós como a comida precisa do sal”. O Rei fica furioso por tal comparação de Violeta e diz-lhe que nunca mais a quer ver. Na cena 11, o Rei manda chamar o escrivão (p.56) para redigir um documento no qual refere que a partir daquele dia ninguém ouse pronunciar o nome de Violeta, que esta seja banida do reino e que nunca mais se plantem violetas no seu jardim. O príncipe Reginaldo assegura ao Rei que esta irá, mas não estará só, pois irão casar e viverão felizes no seu reino. O Rei decide então que o seu reino ficará para as suas outras filhas, dividindo-o em duas partes: Amarílis governará o Norte (os seus pomares, vinhas, pastagens…) e Hortênsia governará o Sul (as minas de ferro, cobre, estanho…). Quanto ao Rei, viverá seis meses (p.62) em cada reino e ficará só com o seu fiel bobo, dispensando o restante séquito p.62) . Esta última cena termina com a crueldade das duas irmãs que discutem sobre quem irá ser a primeira a “aturar o velho”. O 2º ato apresenta onze cenas. Em termos de localização, verificamos que este vai alternando entre a gruta onde o Rei se abriga e os reinos/domínios das suas filhas. Na 1ª cena, O Rei e o seu fiel bobo caminham pela estrada e veem-se forçados a abrigar-se devido à tempesatde que se aproxima. Na 2ª cena, encontram um Pastor, cujo verdadeiro nome é Godofredo Segismundo, embora na brincadeira diga que é o rei de copas. O Bobo resolve contar a triste história do seu amo ao Pastor e quando lhe fala da frase proferida por Violeta, filha preferida do Rei, o Pastor responde, com grande sabedoria: “Grande vai o mal em casa onde não há sal (p.73).” Na 3ª cena viajamos até ao reino de Amarílis, que chamara a irmã Hortênsia para decidir sobre o futuro do pai. Nem uma nem outra se encontram na disposição de continuar a recebê-lo /aturá-lo. Segundo Amarílis, o Rei passou a ser como um súbdito (p.77) qualquer do seu reino, quando decidiu entregar-lhes o poder. O príncipe Felizardo acrescenta que “Quem não trabuca, não manduca.” E decidem que o melhor é deixar o pai à sua sorte, pois não querem vadios e preguiçosos. Na 4ª cena, o Pastor aconselha o Bobo a procurar a outra filha, mas o Bobo teme a ira/fúria do Rei, que nem quer ouvir falar em tal nome e só sabe repetir “Eu não sou maluco”. Na 5ª cena somos transportados para os domínios de Reginaldo e Violeta, onde o Pastor relata toda a história do Rei. Ficamos a saber que Violeta, sua filha, todos os domingos, na praça do mercado, pedia à população para que se vissem o seu pai o levassem à sua presença, sem contudo lhe revelar a sua identidade. Na 6ª cena, o Pastor descreve o seu reino e fala de toda a fartura que aí poderão encontrar. O Bobo desconfia, mas assim que o Rei acorda, ele diz-lhe que a tempestade já passou e que está na hora de pôr os pés a caminho. O Pastor informa o Bobo sobre o melhor caminho a seguir para chegar ao seu reino. Na 7ª cena, o Pastor fala com Violeta e informa-a que o seu pai não tardará a chegar e repete constantemente: “tão certo como eu me chamar GodofredoSregismundo”. Violeta apressa-se a transmitir ordens na cozinha e pede ao Pastor que informe que, à noite, as portas do seu palácio estarão abertas e haverá comida para toda a gente. Pede também que fique de vigia e que assim que o seu pai aparecer o leve à sua presença. Na 8ª cena, o Rei e o Bobo chegam finalmente ao reino de Violeta. O Bobo mostra-se muito alegre, mas o Rei, pessimista, não pára de repetir a lengalenga: “Em toda a parte há medo, miséria, tristeza…” Na 9ª cena, o Bobo conversa com o Rei sobre as suas filhas, ao que este responde, arreliado, que não tem filhas e que a culpa é dos deuses. O Bobo responde-lhe que se está na situação em que está o deve às desalmadas (p.96) das filhas. Na cena 10, o príncipe Reginaldo surge junto deles e diz que cheira a violetas, que tem plantadas no seu jardim, e o Rei Leandro desconfia, quando o ouve. De seguida é a vez de Violeta falar e o Rei fica confuso, porque a voz é-lhe familiar. Reginaldo pergunta-lhe quem é e o que faz no seu reino, ao que o Rei responde: “Sou Leandro, Rei de Helíria”. Reginaldo diz-lhe então que esse reino já não existe, que fora dividido em dois e oferecido às filhas mais velhas, que agora não faziam outra coisa que passar o tempo a guerrearem-se uma à outra. Na última cena, dá-se o banquete. Violeta manda servir o primeiro prato e o Rei prova, mas põe de lado, manda servir o prato seguinte e o Rei volta a fazer o mesmo. Seguem-se outros pratos, mas a reação do Rei é sempre a mesma, até que diz: “Basta! Esta comida está intragável!”. Violeta informa-o que é apenas comida sem sal. O Rei fica sem fala, espantado e pergunta-lhe o nome. O Bobo reconhece-a de imediato e o Rei admite então o seu grande erro ao expulsar a única filha sincera que tinha, a única que o amou de verdade. O Pastor intervém e, citando as palavras da sua esposa, Briolanja, diz: “A palavras ocas, orelhas moucas”. O Rei pede perdão (p.105) a sua filha Violeta e tudo acaba em bem. Doravante, aquele será também o seu reino, refere Violeta, e esquecerão tudo o que ficou para trás. Terminou o pesadelo! E o Bobo termina, dizendo: “Vitória, vitória, acabou-se a história”.
Era uma vez um camponês que foi à floresta apanhar um pássaro para mantê-lo cativo em sua casa. Conseguiu capturar uma águia recém-nascida e, embora fosse a rainha de todos os pássaros, pô-la no galinheiro a comer milho e ração de galinhas. Passados cinco anos, este homem recebeu a visita de um naturalista que, ao passar junto do gali- nheiro, exclamou: - Aquele pássaro não é uma galinha! É uma águia! - De facto - disse o camponês. É uma águia mas eu criei-a como galinha. Por isso, apesar das asas de quase três metros, já não é uma águia. Transformou-se em galinha como as outras. - Não! - retorquiu o naturalista. Ela é e será sempre uma águia. Tem um coração de águia que a fará voar às alturas. - Não, não! - insistiu o camponês. Ela transformou-se em galinha e nunca voará. Então o naturalista pegou na águia, ergue-a bem alto e, desafiando-a, disse: - Tu és uma águia. Já que pertences ao céu e não à terra, abre as asas e voa! Mas a águia pousou sobre o braço estendido do naturalista. E, ao ver as galinhas no chão a comer grãos, pulou para junto delas. O camponês comentou: - Eu disse-lhe que ela é uma simples galinha! - Não - insistiu o naturalista. Ela é uma águia. E uma águia será sempre uma águia. Vamos experimentar novamente amanhã. No dia seguinte, o naturalista subiu ao telhado da casa com a águia e sussurrou-lhe: - Águia, tu és uma águia! Abre as asas e voa! Mas a águia tornou a pular para o chão. O camponês sorriu e voltou à carga: - Já lhe disse que agora ela é uma galinha! - Não - respondeu firmemente o naturalista. Ela é águia e há de voar. No dia seguinte, o naturalista e o camponês pegaram na águia e levaram-na para fora da cidade, longe das casas, no alto de uma montanha. O naturalista ergueu a águia para o alto e ordenou-lhe: - Tu és uma águia, pertences ao céu e não à terra, abre as tuas asas e voa! A águia olhou ao redor. Tremia como se experimentasse uma nova vida. Mas não voou. Então o natu- ralista segurou-a firmemente, bem na direção do sol, para que os seus olhos pudessem encher-se da claridade solar e da vastidão do horizonte. Nesse momento, ela abriu as suas potentes asas, grasnou o típico kau-kau das águias, ergueu-se, soberana, sobre si mesma e começou a voar, a voar para o alto, a voar cada vez mais alto. Voou... voou.., até se confundir com o azul do firmamento..
BÀI 9: HÀNH TRANG CUỘC SỐNG Tiết 96 THỰC HÀNH TIẾNG VIỆT SỬ DỤNG PHƯƠNG TIỆN PHI NGÔN NGỮ (tiếp theo) I. MỤC TIÊU 1. Năng lực a. Năng lực chung: - Năng lực thu thập thông tin liên quan đến văn bản - Năng lực đọc - hiểu văn bản - Năng lực trình bày suy nghĩ - Năng lực tự học, tạo lập văn bản. - Ứng dụng CNTT linh hoạt qua các phần mềm hỗ trợ b. Năng lực đặc thù: Bài học góp phần phát triển năng lực văn học và năng lực ngôn ngữ: - HS nhận biết và sử dụng kết hợp giữa phương tiên ngôn ngữ và phương tiện phi ngôn ngữ như một số loại biểu đồ, sơ đồ cơ bản (biểu đồ tròn, biểu đồ Venn, biểu đồ thời gian, sơ đồ cây…) 2. Phẩm chất Có ý thức làm chủ bản thân, đóng góp tích cực cho bài học. II. THIẾT BỊ DẠY HỌC VÀ HỌC LIỆU 1. Thiết bị dạy học: Máy tính bỏ túi, máy chiếu, Laptop, Giấy bìa A3; bút dạ, nam châm bảng; phấn màu 2. Học liệu: - Một số mảnh ghép hình, sơ đồ, lược đồ về biển giao thông, khu du lịch, chương trình học đại học… III. TIẾN TRÌNH DẠY HỌC Hoạt động 1: KHỞI ĐỘNG a. Mục tiêu: Tạo tâm thế thoải mái và gợi dẫn cho học sinh về nội dung bài học b. Nội dung: Trò chơi ghép hình với tên gọi: Hình nào tên đó c. Sản phẩm: - Mỗi nhóm tạo được một bức ghép hình hoàn chỉnh. - HS nêu đúng ý nghĩa, chức năng của tấm hình d. Tổ chức thực hiện: Bước 1: GV giao nhiệm vụ học tập + Phân lớp thành 4 nhóm + Mỗi nhóm nhận một số mảnh ghép (trong túi bất kì, các hình khác nhau) + 1 bạn được xem trước hình ảnh gốc (trong 1 giây) ghi nhớ và cùng đội lắp ghép lại như hình Bước 2: Thực hiện nhiệm vụ - Các nhóm cùng có 3 phút để hoàn thành bức hình gốc, các thành viên cùng phối hợp thực hiện VD: Hình 1 Hình 2 Hình 3 Hình 4 Bước 3: Báo cáo kết quả * Trình bày và nêu ý nghĩa của bức hình (1 phút) - Bức 1: Biển báo giao thông đường bộ (Các biển cấm) + Giúp người đi đường thực hiện đúng luật giao thông - Bức 2: Quy trình sử dụng khẩu trang + Giúp biết cách sử dụng đúng, hạn chế tối đa lây nhiễm bệnh - Bức 3: Sơ đồ tuyến đường xe buýt của bạn + Giúp người đi đường tìm đúng tuyến nhanh nhất - Bức 4: Lược đồ thành phố Hà Nội + Giúp mọi người có hiểu biết về địa giới hành chính, xác định được vị trí địa bàn sinh sống và làm việc. Bước 4: Kết luận, nhận định - HS đánh giá nhóm nào nhanh nhất, hoàn chỉnh nhất và nêu đầy đủ ý nghĩa nhất. - GV: Công bố đáp án, điểm số và biểu dương đội xuất sắc. =>Kết luận: Các hình ảnh này đều cung cấp thông tin cho người đọc, nhận biết những quy định, cách thức, vị trí, để hiểu đúng, hiểu rõ nội dung hơn nữa. Đây là cách trình bày trực quan, dễ hiểu, dễ nhớ, dễ thực hiện Hoạt động 2: HÌNH THÀNH KIẾN THỨC a. Mục tiêu: - Nhận biết các yếu tố, các đặc điểm của một sơ đồ - Hiểu được nội dung thông tin của văn bản đó - Nêu được tác dụng của sơ đồ - Vận dụng để giải quyết bài tập b. Nội dung: Bài 1 -SGK trang 111 c. Sản phẩm: - HS nêu được tác dụng của các PT phi ngôn ngữ d. Tổ chức thực hiện: Hoạt động của GV Dự kiến sản phẩm Hoạt động 1: Bài tập 1 Bước 1. Giao nhiệm vụ học tập - Quan sát sơ đồ - Nhận xét các vấn đề sau: Nhóm 1: Nhận xét sự thay đổi phương diện Tài chính Nhóm 2: Tìm sự thay đổi về phương diện Sở thích Nhóm 3: Nhận xét thay đổi về phương diện Cống hiến Nhóm 4: Tìm sự thay đổi về phương diện Công việc Nhóm 5: Nhận xét thay đổi về phương diện Gia đình - Nêu nội dung của sơ đồ và tác dụng của các phương tiện phi ngôn ngữ trong sơ đồ. Bước 2. Thực hiện nhiệm vụ - Các nhóm thảo luận trao đổi trong 3 phút - Đại diện nhóm trả lời trong 1 phút; nhóm khác có thể bổ sung thông tin - Cá nhân tự ghi chép lại nội dung. Bước 3. Báo cáo, thảo luận Học sinh chia sẻ bài làm và báo cáo phần tìm hiểu Bước 4. Kết luận, nhận định - HS biết đọc nội dung của biểu đồ, nêu đầy đủ ngắn gọn thông tin - GV đánh giá nhóm và đại diện nhóm, rút KN Hoạt động 2: Bài tập 2 Bước 1. Giao nhiệm vụ học tập + Vẽ sơ đồ biểu thị các yếu tố: Thời gian, sự kiện, thành tựu, mong muốn, những ngã rẽ…Biểu thị được các lĩnh vực trong cuộc sống theo lựa chọn cá nhân… + Trình bày nội dung bản sơ đồ đó trước nhóm/ lớp (trên các slide- PP/bảng/ hoặc trên giấy vẽ A4) Bước 2. Thực hiện nhiệm vụ - Bài làm theo hình thức cá nhân ( vì là cuộc đời riêng mỗi người) - Thời gian thực hiện: 7 phút (gồm vẽ và trình bày) Bước 3. Báo cáo, thảo luận - HS trình bày sản phẩm cá nhân: Hình thức sơ đồ có thể tương tự như bài 1, hoặc biểu đồ thời gian (trang 112) có thể chia theo nhóm hình thức giống nhau Bước 4. Kết luận, nhận định - HS có thể nhận xét, tìm đại diện làm tốt nhất của nhóm mình. - GV nhận xét bài làm, tinh thần làm việc để rút KN Bài tập 1: Nhóm 1: Tài chính có mục tiêu rõ ràng, lâu dài, sử dụng vào những việc lớn trong cuộc sống, với kế hoạch từ năm thứ 10 (mua nhà) và tích lũy tài sản ngày càng lớn vào năm thứ 15 (sổ TK 2 tỉ) Nhóm 2: Sở thích cá nhân có sự thay đổi từ chơi bóng (năm thứ 5) du lịch (năm thứ 10) và vẽ tranh (năm thứ 15)- đa dạng, phong phú theo sở trưởng. Nhóm 3: Càng ngày việc làm từ thiện càng phát triển, có cống hiến nhiều cho cộng đồng (tăng dần theo giai đoạn 5 năm) Nhóm 4: Công việc ngày càng tiến bộ, có mục tiêu rõ ràng, phát triển bền vững Nhóm 5: Xây dựng gia đình khi sự nghiệp đã vững vàng, thời điểm thuận lợi. Nhận xét chung: Sơ đồ cho thấy bản kế hoạch rất rõ ràng, có mục tiêu cụ thể, có tính tiến triển- khả thi và rất chặt chẽ. Giúp người lập KH tập trung phấn đấu xây dựng cho sự nghiệp, tận hưởng cuộc sống và hài hòa mọi mặt. (toàn diện) Phương tiện phi ngôn ngữ được sử dụng hợp lí, ngắn gọn, dễ hiểu… Bài tập 2: Một bản vẽ minh họa: TÔI TRONG TƯƠNG LAI Hoạt động 3: Luyện tập a. Mục tiêu: - Tăng cường kĩ năng giải quyết vấn đề + Xác định được mục đích giao tiếp của văn bản + Lựa chọn các thông tin cần trực quan thành sơ đồ + Lựa chọn loại sơ đồ, biểu đồ phù hợp - Rèn năng lực diễn đạt, trình bày; Có thể ứng dụng công nghệ tin học vào thực hành b. Nội dung: - Thiết kế một biểu đồ hoặc sơ đồ dựa trên thông tin từ đoạn trích SGK (trang 111) - Quan sát và nêu nội dung, tác dụng của biểu đồ cơ cấu dân số Yên Bái c. Sản phẩm: - Bài 3: Bản thiết kế Sơ đồ tư duy/ sơ đồ cây (từ văn bản bằng ngôn ngữ chuyển hóa thành phi ngôn ngữ) - Từ văn bản phi ngôn ngữ (biểu đồ) để đọc thông tin d. Tổ chức thực hiện: B1: Chuyển giao nhiệm vụ - Lớp chia 4 nhóm: + Nhóm 1, 2 (Bài 3): Thảo luận phương án, thiết kế một sơ đồ phù hợp dựa trên thông tin từ đoạn trích (trang 111) + Nhóm 3,4: Quan sát và nêu nội dung, tác dụng của biểu đồ cơ cấu dân số Yên Bái (trang 112), tìm công cụ phần mềm để làm biểu đồ tương tự. - Đại diện nhóm trình bày sản phẩm B2: Thực hiện nhiệm vụ - Đọc kĩ yêu cầu nhiệm vụ. - Thảo luận và phân công nhiệm vụ cho thành viên - Thời gian thực hiện 5 phút/ trình bày 2 phút B3: Báo cáo thảo luận Nhóm 1,2 - Bài 3: Trình bày bằng sơ đồ tư duy hoặc sơ đồ cây (tham khảo bản vẽ trên PP) Nhóm 3,4- Nêu nội dung đọc được từ biểu đồ - Nêu tác dụng và nhận xét: + Người đọc dễ tra cứu thông tin, biết cách so sánh + Các số liệu chính xác, đầy đủ, thông tin rõ ràng + Hình thức khoa học, đúng kiểu dạng phù hợp với yêu cầu, có tính thẩm mĩ - Một số ứng dụng để vẽ biểu đồ: Phần mềm PP; Dia, OrgChatting… Gợi ý: B4: Kết luận, nhận định - Nhóm 1,2: nhận xét sản phẩm nhóm 3, 4 - Nhóm 3,4: nhận xét sản phẩm nhóm 1, 2 - GV nhận xét chung; nêu kết luận và rút KN Hoạt động 4: Hướng dẫn học sinh tự học ở nhà 1. Bài cũ - Hoàn thiện bài tập 2. Bài mới Chuẩn bị bài viết: viết bài luận về bản thân - Đọc bài viết tham khảo - Tìm hiểu các bước viết bài luận về bản thân
LATINOAMÉRICA Comienzan las celebraciones previas a Navidad Las fiestas navideñas resaltan la riqueza cultural de cada país latinoamericano, donde hay mezcla de tradiciones heredadas de Europa y costumbres locales. En México, el día 16 comienzan las “posadas”, en las que las familias simbolizan el peregrinaje de José y María. Hay procesiones, canciones y una mezcla de piñatas, luces y dulces. En la gastronomía destacan platillos tales como tamales, ponche de frutas y buñuelos. En Colombia comenzaron con el Día de las Velitas, el pasado día 7: familias y comunidades encienden velas y faroles en honor a la Virgen María. El día 16 inician la Novena de Aguinaldos, donde se cantan villancicos. En cuanto a los platos típicos están la natilla, los buñuelos y las empanadas de carne. En Perú son muy comunes las ferias de artesanía en las plazas de muchísimas ciudades. Uno de los lugares más antiguos es la feria conocida como Santurantikuy, en Cuzco, que se celebra desde el siglo XVI. En América del Sur, en Argentina o Chile, la Navidad coincide con el verano, por lo que las celebraciones se adaptan a un clima caluroso. El asado, unido a las ensaladas y al vitel toné es la cena principal en Argentina.
Write questions about this story: Hay una muchacha. Esta muchacha se llama Jesse. Jesse es una muchacha inteligente. Hay un muchacho. Este muchacho se llama Russ. Russ no es inteligente. Un día, Jesse le dice a Russ, <<Hola. ¿Cómo te llamas?>> Russ, le dice, <<Hola. Me llamo Russ. ¿Cómo te llamas?>> Jesse le dice, <<Me llamo Jesse.>> Russ le dice, <<Jesse, hay un problema. Hay un problema grande. ¡AAAAAHHHHHHHH! Hay un dinosaurio. ¡Es un dinosaurio muy grande! ¿Es un dinosaurio bueno o malo?>> Jesse le dice a Russ, <<El dinosaurio se llama Rex. Rex es un dinosaurio bueno.>> Rex le dice a Russ, <<Hola.>>
ACTIVIDAD 4. Descubre el mapa del agua en tu comunidad Te invitamos a convertirte en un explorador del agua. Ahora que ya aprendiste de dónde viene, cómo la usamos y por qué es tan importante cuidarla, es momento de mirar a tu alrededor y descubrir cómo el agua forma parte de tu vida diaria. Observa con atención tu comunidad y elabora un mapa del agua, donde muestres cómo se mueve el agua que está presente en tu entorno. Materiales sugeridos: • Hojas reutilizadas, cartulina o cuadernos. • Lápices, colores, marcadores o crayones. • Regla, adhesivos o recortes (opcional). ¿Qué debes hacer? En una hoja o cartulina, dibuja un mapa de tu comunidad o del entorno de tu escuela. No tiene que ser perfecto ni exacto, lo más importante es observar, pensar y representar lo que conoces. ¿Qué puedes incluir en tu mapa? • Lugares donde hay agua: Ríos, quebradas, lagunas, canales o el mar (si están cerca). Grifos, estanques, pozos o bebederos. Plantas de tratamiento de agua potable o de aguas residuales (si conoces alguna). • El recorrido del agua: Trata de averiguar de dónde viene el agua que llega a tu casa o escuela, cómo llega hasta ahí y qué pasa con el agua después de que es usada. • Cuidado del agua: Marca con dibujos o símbolos los lugares donde el agua se cuida, también indica los lugares donde podría desperdiciarse o contaminarse y añade ideas o acciones para proteger mejor el agua en tu comunidad. Reflexiona mientras dibujas: ¿De dónde viene el agua que usas cada día? ¿Qué acciones realizamos para no desperdiciarla? ¿Qué podríamos hacer para proteger mejor el agua en nuestra comunidad? Cuando termines tu mapa, compártelo con tus compañeros y cuéntales lo que descubriste sobre el agua. Juntos pueden crear un diario mural en la escuela para compartirlo con la comunidad y promover grandes cambios. 2.2.1 ¿Cómo funciona una planta potabilizadora? Para entender cómo el agua pasa de un río o un embalse hasta el grifo de tu casa siendo totalmente segura, podemos imaginar la planta potabilizadora como una gran fábrica de limpieza que utiliza procesos físicos y químicos, de acuerdo a los siguientes pasos: 1) Captación: El primer paso es extraer el agua de la fuente natural. En la entrada de la planta hay rejas de distintos tamaños que funcionan como un filtro gigante, separando objetos grandes como ramas, plásticos o piedras para evitar que dañen la maquinaria de la planta. 2) Coagulación y floculación: Se añaden sustancias químicas que facilitan la unión de las partículas pequeñas para que luego formen grumos más grandes, llamados flóculos, que son más fáciles de separar del agua. 3) Decantación: Una vez que la suciedad se ha agrupado en flóculos más pesados, el agua pasa a grandes tanques, donde por efecto de la gravedad, esos flóculos se depositan en el fondo y forman un lodo, mientras que el agua más limpia queda en la parte superior y continúa el proceso. 4) Filtración: Aunque el agua ya parezca limpia, aún puede tener impurezas muy pequeñas. Para eliminarlas, el agua atraviesa capas de arena y otros materiales como carbón activado, que actúan como filtros. 5) Desinfección: Este es el paso final para garantizar que el agua no nos enferme, pues se eliminan microorganismos, bacterias y virus, para ello se añade una cantidad controlada de cloro o se utiliza luz ultravioleta (UV) u ozono. 6) Análisis de laboratorio: Se realizan análisis físicos y químicos para asegurar la calidad del agua. Gracias a las plantas potabilizadoras y al trabajo de muchas personas, el agua llega a nuestras casas limpia y segura. Sin embargo, el agua es un recurso limitado. Aunque la tecnología de las plantas es muy avanzada, este proceso requiere mucha energía, conocimientos y cuidado, por lo que proteger y usar el agua de forma responsable es tarea de todos. Aprende más de la potabilización del agua con Veolia: https://www.youtube.com/watch?v=bmtDt2yHwnQ 2.3 Detectives del agua: ¿Qué pasa con el agua después de usarla? Después de usar el agua en casa, por ejemplo, al lavarnos las manos, ducharnos o utilizar el inodoro, el agua no desaparece. Se convierte en agua usada y comienza un nuevo recorrido dentro del ciclo urbano, tal como se mencionó anteriormente