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O Sistema respiratório Humano
Quiz by Isabel
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Os reinos e o sistema de classificação
Cria dez perguntas de escolha múltipla baseado neste texto : Alimentado pelos recursos auríferos e de diamantes vindos da colónia brasileira, formando um conjunto patrimonial de características singulares em território nacional, sendo um dos mais imponentes e notáveis monumentos de Portugal e da Europa, o Real Edifício de Mafra integra um Palácio, uma Basílica, um Convento com a sua cerca, atual Jardim do Cerco, e uma Tapada, tendo sido objeto de classificação como Monumento Nacional em 1907 (Convento) e em 1910 (Basílica), e inscrito na lista na UNESCO como Património Mundial (2019). Construído ao longo de mais de três décadas, o Real Edifício de Mafra tornou-se um epicentro de ensino e conhecimento, onde se formaram as seguintes gerações de engenheiros e arquitetos. Politicamente o Palácio-Convento deve ser visto como a manifestação concreta, mais representativa, do poder absoluto do monarca D. João V, enquanto afirmação terrena e divina da sua autoridade, tendo como principal objetivo projetar Portugal como potência internacional. Alto da Vela Primitivo nome dado “à colina” onde foi construído o Palácio-Convento de Mafra, determinou a expansão da Vila de Mafra em torno e à frente do mesmo. Sítio de moinhos de “vela” e terras de cultivo, foi escolhido pelo monarca D. João V, segundo frei Cláudio Conceição (1820), por ser localizado no termo da Vila de Mafra, “ter uma fonte de abundante e excelente água, e fazer uma admirável perspetiva no dilatado mar, que se descobre”. A aquisição dos terrenos para a construção do Real Edifício de Mafra (palácio, basílica, convento, cerca e tapada) foi realizada em várias fases: a primeira decorreu em 1713, a segunda em 1734 e a terceira entre 1747 e 1748. Basílica, Órgãos e Carrilhões Elemento arquitetónico mais imponente do Real Edifício de Mafra, destacando-se o zimbório, a Basílica é uma obra-prima aos níveis construtivo e estético. Foi erigida entre 1717 e 1735, com a capacidade para acolher 80 religiosos, tendo sido sagrada em 22 de outubro de 1730, no dia do 41.º aniversário de D. João V. A fachada e o interior da Basílica de Mafra exibem 58 estátuas de grande dimensão e três baixos-relevos, em mármore branco de Carrara, executados em oficinas de Roma, Florença e Génova, a maior encomenda de escultura, à época, fora de Itália. Aos seis órgãos de tubos do interior, projeto único e inovador no mundo, correspondem as duas torres sineiras no exterior, sendo os dois monumentais carrilhões, do século XVIII, considerados como dos mais importantes e notáveis internacionalmente. Em 7 de junho de 1835 ocorreu a transferência da Paróquia de Santo André da igreja matriz (sita na Vila Velha) para a Basílica de Mafra. Créditos: PT/TT/CR/007-007/00199 Ilha da Madeira Na memória coletiva permanece o topónimo Largo da Ilha da Madeira, devido à concentração na Vila de Mafra de um grande número de operários (cerca de 45000), vindos de todo o país, para a edificação do Convento. Cresceu a noroeste da Real Obra, “ilha”, toda construída em “madeira” e devido à acumulação desse material, ergueram-se telheiros para estrebarias e cavalariças, casas de alvenaria para acomodação do pessoal especializado e oficiais, e uma ermida de madeira para o serviço divino. No recinto das habitações foram abertas inúmeras casas de pasto para serviço dos operários, que se alimentavam à custa do seu salário. Jardim do Cerco Jardim da cerca conventual, com 9 hectares, a sua construção teve como objetivo servir uma comunidade religiosa contendo horta, pomar, mata e jardim. A disposição do espaço obedeceu às conceções estéticas do Barroco. Em 1726, o viajante estrangeiro Charles Frederic de Merveilleux escreve que o “Rei D. João V fez plantar um grande parque ou jardim repleto […] de todos os tipos de árvores que crescem em todos os países do seu domínio nas quatro partidas do Mundo”. Além do tanque circular de mármore do século XVIII, contíguo ao maior e mais antigo poço do Cerco, munido de nora, também alberga um jogo da bola, onde se praticaram originalmente sete jogos. Na Botica fradesca eram produzidos elixires e unguentos. Tapada Nacional de Mafra Antiga Real Tapada de Mafra constitui uma joia cinegética e florestal única no território português, com uma área de 1188 hectares. Criada por decreto régio de 18 de julho de 1744, no qual o rei D. João V foi “servido mandar demarcar, junto à vila de Mafra, terras para se formar uma tapada para seu real serviço […]” vedada por um muro “de pedra e cal”. É organizada em três partes: a Primeira Tapada ou Tapada de Fora encontra-se, hoje, entregue ao Exército Português (Escola das Armas); as Segunda e Terceira Tapadas, ou Tapadas do Meio e de Dentro integram, atualmente, a Tapada Nacional de Mafra. Alberga um grande número de espécies de fauna e flora endémicas da Península Ibérica, que se distribuem por diferentes habitats. A Tapada, desde a sua fundação até à implantação da República (1910), foi um dos locais de eleição dos monarcas portugueses como espaço de lazer e parque de caça. Fonte de abastecimento de água ao Palácio-Convento, o sistema de recolha apoia-se em aqueduto, concebido pelo engenheiro militar Manuel da Maia, com cerca de 4560 m, estendendo-se do interior da Tapada até ao Jardim do Cerco.
Ang imperyalismo ay isang sistema ng pananakop kung saan ang isang makapangyarihang estado ay sapilitang kinokontrol ang mas maliliit at mahihinang estado. Upang maituring na isang makapangyarihan estado ay kinakailangang nagtataglay ito ng isang matatag na institusyong politikal at matibay na pagkakakilanlang kultural. Ang pokus ng pananakop ay makontrol ang politikal at ekonomikal na institusyon ng mas mahihinang bansa dahil dito kadalasan ay nawawalan ng kapangyarihan ang mga lokal na namumuno at nauubos ang mga likas na kayamanan ng mga bansa sa ilalim ng isang imperyo. Magkakaiba ang pangkat-kultural ng mga mamamayan sa isang imperyo. Sa madaling salita, ang imperyo ay binubuo ng magkakaibang maliliit na pangkat ng tao na may magkakaibang pinagmulan, tradisyon, paniniwala at kasaysayan. Ang pagkakaiba-iba ng mga ito ay nagiging dahilan ng hidwaan sa pagitan ng mga pangkat at dahilan naman para sa mas makapangyarihang pangkat upang makontrol ang mas mahihina sa kanila. Ang mga Imperyalistang bansa ay may iba’t-ibang uri ng pagkontrol sa mga bansang kanilang nasakop. 1. Kolonyalismo ay tumutukoy sa pagkontrol ng dayuhang bansa sa mas mahihinang bansa sa Asya at Aprika. Ang pamahalaan at ekonomiya ay tuwirang pinamamahalaan ng mga dayuhan. 2. Protektorado na pinahihintulutan ang mga lokal o katutubong pinuno ng mas mahinang bansa na mamahala ngunit kontrolado ng mas malakas na bansa ang mga pinuno na kanilang binigyan ng kapangyarihan. Kung mahaharap sa digmaan ang mahinang bansa ay makasisiguro ng proteksiyon mula sa mas malakas na bansa 3. Economic Imperialism kung saan kontrolado ng mga pribadoong kompanya o dayuhang mamumuhunan ang mga mahihinang bansa. 4. Sphere of Influence ay tumutukoy sa isang teritoryo o bahagi ng mahinang bansa na kinokontrol o nasa impluwensiya ng mas malakas na bansa upang hindi sila lubusang sakupin. Concession ay ang pagbibigay ng pahintulot sa mananakop na gamitin ang teritoryo at likas na yaman ng mahinang bansa na may eksklusibong karapatan para sa kanilang pansariling interes. Ang extra-territoriality ay kasunduan sa pagitan ng mananakop at mahinang bansa kung saan paiiralin ang batas ng mga mananakop sa mga piling teritoryo na kabilang sa concession. Mula sa mga uri ng pananakop na ito ay gumamit naman ng dalawang paraan ang mga mananakop upang ipakita ang mapasunod nila ang mga bansang kanilang nasakop. 1. Ang Tuwiran o Direct Control ay direktang pinamunuan ng mga mananakop ang mahihinang bansa. Ang kanilang pamahalaan ay nasa kapangyarihan ng mananakop. Hindi hinayaan ng magkaroon ng manankop ang mga katutubo na humawak ng alinmang posisyon sa pamahalaan. Ang mga batas na ipatutupad ay alinsunod sa mga batas na ipinatutupad sa mga bansang pinanggalingan ng mga manankop. Dahil kotrolado ang politika ng mahinang bansa ay nakontrol na rin ng mananakop ang ekonomiya nito. Maging ang kultura ng mga katutubo ay unti-unting nabago at ito ay napalitan ng mga kulturang dayuhan dahil sa patakarang ipinatutupad ng mga mananakop. 2. Samantala, sa Di-Tuwiran o Indirect Control ay pinanatili ang mga katutubong pinuno ng mahihinang bansa na may limitadong kapangyarihan at ang huling desisyon ay nasa kapangyarihan ng mga mananakop. Maaaring ipagpatuloy ng mga katutubong pinuno ang ilan sa kanilang mga lokal na paniniwala ngunit sa paglipas ng panahon ay nahahaluan ito ng mga paniniwala mula sa dayuhan.