
¿Por qué visitar un museo de arte? (Article Fill In The Blank)
Quiz by Chanel Meyer
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A algunas personas les encanta _____ por las galerías.
calles
tiendas
pasear
plazas
Una razón para visitar un museo es que tiene ______.
obras importantes
flores
gente famosa
Pinturas aburridas
A algunas personas les encanta _____ por las galerías.
Una razón para visitar un museo es que tiene ______.
El arte en un museo _____ mucho.
Visitar un museo puede ______ a la gente creativa.
Visitar un museo puede motivar la ______ de la gente.
Los museos pueden enseñar la ______ del mundo.
Las columnas y ______ del museo inspiran a los artistas.
Al entrar a un museo, se puede ver cómo está ______ el arte.
Cada pintura tiene una ______.
Las pinturas pueden dar vida a ______.
Hay diferentes ______ de arte, como el impresionista o cubista.
Todos tienen una experiencia ______ al visitar un museo.
La semana que viene me voy de viaje. Mi destino es… ¡Sevilla! Una preciosa ciudad en el sur de España. Ya he reservado el vuelo para una persona, pero hoy debo hacer la reserva del hotel. Todavía hay habitaciones libres porque es invierno. En primavera y en verano todos los hoteles se llenan de turistas. Yo quiero ir a un hotel situado en el centro de la ciudad. Pediré una habitación grande y con mucha luz. Llegaré tarde al hotel, sobre las diez de la noche, pero la recepción está abierta las 24 horas del día. Nunca escribo quejas sobre los hoteles, pues los empleados siempre han sido muy amables conmigo. Además, las habitaciones siempre están muy limpias. Pero tengo un problema… ¡todavía no tengo maleta! Hoy iré a comprar una de tamaño pequeño, será mi único equipaje. Una maleta, un bolígrafo y un diario de viaje. La ventaja de ser pequeña es que no tengo que facturar. Puedo hacer el check-in directamente un día antes de viajar. Será muy divertido visitar Sevilla y conocer sus monumentos. También pasear por sus calles y hablar con la gente. La ciudad es muy alegre. Estoy deseando ir al aeropuerto para empezar mi aventura.
El pueblo donde no había nombres Cuentan que hace mucho tiempo atrás, en una lejana aldea, había personas que no tenían nombres y, para identificarlas, mencionaban algunas de sus características: —Mira, ahí está el niño del lunar en la nariz —decían los más pequeños. —Ahí viene la señora de la larga cabellera —decían las vecinas. Con el paso del tiempo, el número de habitantes del pueblo fue creciendo; y cada vez se hacía más difícil identificar a las personas. Entonces, la gente empezó a evitar las conversaciones y las visitas.Preocupados, un grupo de pobladores decidió consultar al anciano más sabio del pueblo. Quien les dio está solución: —Que cada familia elija una palabra que los represente y que cada uno de sus integrantes elija para sí mismo una palabra de acuerdo a sus características.Una pareja de esposos dijo: —Nosotros elegimos la palabra “alegría” para que nos represente, porque nos gusta estar siempre sonriendo. Y como muchas veces he cuidado el pueblo con valentía, me pondré Valiente Alegría. —Como a mí me gusta agradecer siempre, me llamaré Gracia Alegría.Después de escuchar a todos, el anciano sentenció: —A la palabra que represente a la familia la llamaremos apellido y a la que represente a cada persona la llamaremos nombre, y para no confundirlas siempre las escribiremos con la letra inicial en mayúscula. Los niños, entusiasmados, que siempre andan imitando a los mayores, decidieron también, ponerle nombre a sus mascotas. Y luego, a todo aquello que veían. De esta manera volvieron a tener esas amables conversaciones de antaño sin tener que enredarse al tratar de identificarse.Así fue como, gracias al anciano de esa lejana aldea, todos tenemos un nombre y un apellido que nos identifica.
Era uma vez um camponês que foi à floresta apanhar um pássaro para mantê-lo cativo em sua casa. Conseguiu capturar uma águia recém-nascida e, embora fosse a rainha de todos os pássaros, pô-la no galinheiro a comer milho e ração de galinhas. Passados cinco anos, este homem recebeu a visita de um naturalista que, ao passar junto do gali- nheiro, exclamou: - Aquele pássaro não é uma galinha! É uma águia! - De facto - disse o camponês. É uma águia mas eu criei-a como galinha. Por isso, apesar das asas de quase três metros, já não é uma águia. Transformou-se em galinha como as outras. - Não! - retorquiu o naturalista. Ela é e será sempre uma águia. Tem um coração de águia que a fará voar às alturas. - Não, não! - insistiu o camponês. Ela transformou-se em galinha e nunca voará. Então o naturalista pegou na águia, ergue-a bem alto e, desafiando-a, disse: - Tu és uma águia. Já que pertences ao céu e não à terra, abre as asas e voa! Mas a águia pousou sobre o braço estendido do naturalista. E, ao ver as galinhas no chão a comer grãos, pulou para junto delas. O camponês comentou: - Eu disse-lhe que ela é uma simples galinha! - Não - insistiu o naturalista. Ela é uma águia. E uma águia será sempre uma águia. Vamos experimentar novamente amanhã. No dia seguinte, o naturalista subiu ao telhado da casa com a águia e sussurrou-lhe: - Águia, tu és uma águia! Abre as asas e voa! Mas a águia tornou a pular para o chão. O camponês sorriu e voltou à carga: - Já lhe disse que agora ela é uma galinha! - Não - respondeu firmemente o naturalista. Ela é águia e há de voar. No dia seguinte, o naturalista e o camponês pegaram na águia e levaram-na para fora da cidade, longe das casas, no alto de uma montanha. O naturalista ergueu a águia para o alto e ordenou-lhe: - Tu és uma águia, pertences ao céu e não à terra, abre as tuas asas e voa! A águia olhou ao redor. Tremia como se experimentasse uma nova vida. Mas não voou. Então o natu- ralista segurou-a firmemente, bem na direção do sol, para que os seus olhos pudessem encher-se da claridade solar e da vastidão do horizonte. Nesse momento, ela abriu as suas potentes asas, grasnou o típico kau-kau das águias, ergueu-se, soberana, sobre si mesma e começou a voar, a voar para o alto, a voar cada vez mais alto. Voou... voou.., até se confundir com o azul do firmamento..
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Jogo de Perguntas e Respostas 1.Por que a Funai considera a demarcação de terras indígenas uma estratégia central na COP30? Resposta: Porque a Funai entende que a demarcação fortalece a proteção ambiental, e isso é essencial para enfrentar a crise climática debatida na COP30. 2.Como a demarcação de terras contribui para a preservação ambiental segundo a Funai? Resposta: Porque territórios demarcados garantem a continuidade das práticas sustentáveis dos povos indígenas e reduzem o avanço do desmatamento. 3.Por que um evento climático internacional tem interesse na demarcação de terras indígenas? Resposta: Porque a proteção territorial indígena está diretamente ligada à conservação das florestas, elemento-chave nas negociações climáticas. 4.O que é o marco temporal? Resposta: É a tese que afirma que os povos indígenas só teriam direito às terras que ocupavam em 5 de outubro de 1988. 5.Por que o marco temporal pode restringir direitos indígenas? Resposta: Porque ignora expulsões, violências e remoções que ocorreram antes de 1988, impedindo o reconhecimento de territórios historicamente ocupados. 6.O debate sobre o marco temporal revela o quê sobre a relação entre leis e justiça social? Resposta: Mostra que a aplicação da lei pode tanto garantir quanto limitar direitos, e que disputas jurídicas influenciam diretamente a vida dos povos indígenas. 7.Como o marco temporal pode dificultar os objetivos defendidos pela Funai na COP30? Resposta: Se o marco temporal limitar demarcações, menos territórios serão protegidos, enfraquecendo a preservação ambiental valorizada na COP30. 8.Por que a discussão sobre demarcação envolve ao mesmo tempo questões ambientais e jurídicas? Resposta: Porque a proteção territorial depende tanto de decisões legais (como o marco temporal) quanto do reconhecimento de que esses territórios são essenciais para a preservação ambiental destacada na COP30.
¿Qué disfraz le pondrías y por qué?
¿por que a mi?
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