
Pronúncia do pretérito perfeito ou do futuro do presente
Quiz by Adelle Sant Anna
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Futuro do presente
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Pretérito perfeito
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Obra Dramática "Leandro, Rei da Helíria", autora: Alice Vieira. O 1º ato deste texto dramático é constituído por um total de onze cenas. As cenas têm lugar em Helíria no reino do Rei Leandro, principalmente no jardim e na sala de banquetes. Logo no início, o Rei fala com o Bobo e no seu discurso mostra-se atormentado com o sonho que teve, pois considera que se trata de um recado dos deuses. Na 2ª cena, ficamos a conhecer duas das suas filhas: Amarílis e Hortênsia. Estas mostram-se, desde logo, interesseiras e falsas e terminam a cena envolvendo-se numa grande discussão e insultando-se mutuamente. Na 3ª cena, surge Violeta, atraída por toda aquela barulheira infernal, mas as irmãs dão o assunto por encerrado e pedem-lhe que não se meta, porque são coisas de gente crescida. (p.23) Seguidamente, na 4ª cena surgem os noivos de Amarílis e Hortênsia com o objetivo de marcar os casamentos. O noivo de Amarílis, o príncipe Felizardo, é do tipo novo-rico (p. 29), fanfarrão e só pensa no seu dinheiro. O noivo de Hortênsia, o príncipe Simplício, é muito tímido (p.29), vive na sombra do noivo de Amarílis e apresenta um vocabulário tão reduzido que a única frase que profere vezes sem conta é: “Tiraste-me as palavras da boca”. O Rei decide comemorar os noivados (p.32) das filhas, no dia seguinte, com uma grande festa no palácio. Na cena 5, Violeta caminha só pelo jardim, quando é surpreendida pelo príncipe Reginaldo (p.33), seu pretendente. Violeta revela o seu sonho ao futuro noivo e diz-lhe que é um mau presságio (p.38). Sobre o casamento de ambos decidem falar após os festejos do casamento das irmãs. A cena 6 é apenas o relato dos preparativos para o banquete real. A 7ª cena é bastante esclarecedora, no que diz respeito ao carácter dos três príncipes, uma vez que os noivos de Amarílis e Hortênsia se mostram apenas preocupados com a riqueza/fortuna que irão proporcionar às noivas, enquanto que o futuro noivo de Violeta diz ser o mais rico de todos, por ter o amor de Violeta. Nas cenas 8 e 9, o discurso entre as três irmãs sobre o seu futuro também nos deixa perceber que Amarílis e Hortênsia apenas estão interessadas na fortuna/riqueza dos noivos, não se ralando, a primeira com a deselegância (p.49) da linguagem do noivo e a segunda com o fato de o noivo ser de poucas falas. A 10ª cena é uma das mais longas e remete-nos para o interior do palácio, onde irá decorrer a festa de noivado. Esta cena é de grande importância, porque o Rei decide, finalmente, revelar o conteúdo do seu sonho, dizendo que viu o seu manto (p.52) ser levado pelo vento, a coroa (p.52) ser arrastada pela fúria das águas e o seu cetro arrancado por forças invisíveis (p.52). Na opinião do Rei, os deuses querem que ele deixe de reinar, por estar velho de mais e não conseguir zelar pelos seus súbditos. O Bobo tem opinião diferente e diz, de forma cómica, que “os deuses devem estar loucos (p.53)”. O Rei anuncia então a sua decisão de entregar o reino à filha que demonstrar maior amor por si. Uma a uma, as filhas ajoelham-se diante do pai para manifestarem os seus sentimentos: Amarílis diz “Quero-vos mais do que ao sol”. Hortênsia diz “Quero-vos mais do que ao ar que respiro” e, por último, Violeta que diz “Preciso de vós como a comida precisa do sal”. O Rei fica furioso por tal comparação de Violeta e diz-lhe que nunca mais a quer ver. Na cena 11, o Rei manda chamar o escrivão (p.56) para redigir um documento no qual refere que a partir daquele dia ninguém ouse pronunciar o nome de Violeta, que esta seja banida do reino e que nunca mais se plantem violetas no seu jardim. O príncipe Reginaldo assegura ao Rei que esta irá, mas não estará só, pois irão casar e viverão felizes no seu reino. O Rei decide então que o seu reino ficará para as suas outras filhas, dividindo-o em duas partes: Amarílis governará o Norte (os seus pomares, vinhas, pastagens…) e Hortênsia governará o Sul (as minas de ferro, cobre, estanho…). Quanto ao Rei, viverá seis meses (p.62) em cada reino e ficará só com o seu fiel bobo, dispensando o restante séquito p.62) . Esta última cena termina com a crueldade das duas irmãs que discutem sobre quem irá ser a primeira a “aturar o velho”. O 2º ato apresenta onze cenas. Em termos de localização, verificamos que este vai alternando entre a gruta onde o Rei se abriga e os reinos/domínios das suas filhas. Na 1ª cena, O Rei e o seu fiel bobo caminham pela estrada e veem-se forçados a abrigar-se devido à tempesatde que se aproxima. Na 2ª cena, encontram um Pastor, cujo verdadeiro nome é Godofredo Segismundo, embora na brincadeira diga que é o rei de copas. O Bobo resolve contar a triste história do seu amo ao Pastor e quando lhe fala da frase proferida por Violeta, filha preferida do Rei, o Pastor responde, com grande sabedoria: “Grande vai o mal em casa onde não há sal (p.73).” Na 3ª cena viajamos até ao reino de Amarílis, que chamara a irmã Hortênsia para decidir sobre o futuro do pai. Nem uma nem outra se encontram na disposição de continuar a recebê-lo /aturá-lo. Segundo Amarílis, o Rei passou a ser como um súbdito (p.77) qualquer do seu reino, quando decidiu entregar-lhes o poder. O príncipe Felizardo acrescenta que “Quem não trabuca, não manduca.” E decidem que o melhor é deixar o pai à sua sorte, pois não querem vadios e preguiçosos. Na 4ª cena, o Pastor aconselha o Bobo a procurar a outra filha, mas o Bobo teme a ira/fúria do Rei, que nem quer ouvir falar em tal nome e só sabe repetir “Eu não sou maluco”. Na 5ª cena somos transportados para os domínios de Reginaldo e Violeta, onde o Pastor relata toda a história do Rei. Ficamos a saber que Violeta, sua filha, todos os domingos, na praça do mercado, pedia à população para que se vissem o seu pai o levassem à sua presença, sem contudo lhe revelar a sua identidade. Na 6ª cena, o Pastor descreve o seu reino e fala de toda a fartura que aí poderão encontrar. O Bobo desconfia, mas assim que o Rei acorda, ele diz-lhe que a tempestade já passou e que está na hora de pôr os pés a caminho. O Pastor informa o Bobo sobre o melhor caminho a seguir para chegar ao seu reino. Na 7ª cena, o Pastor fala com Violeta e informa-a que o seu pai não tardará a chegar e repete constantemente: “tão certo como eu me chamar GodofredoSregismundo”. Violeta apressa-se a transmitir ordens na cozinha e pede ao Pastor que informe que, à noite, as portas do seu palácio estarão abertas e haverá comida para toda a gente. Pede também que fique de vigia e que assim que o seu pai aparecer o leve à sua presença. Na 8ª cena, o Rei e o Bobo chegam finalmente ao reino de Violeta. O Bobo mostra-se muito alegre, mas o Rei, pessimista, não pára de repetir a lengalenga: “Em toda a parte há medo, miséria, tristeza…” Na 9ª cena, o Bobo conversa com o Rei sobre as suas filhas, ao que este responde, arreliado, que não tem filhas e que a culpa é dos deuses. O Bobo responde-lhe que se está na situação em que está o deve às desalmadas (p.96) das filhas. Na cena 10, o príncipe Reginaldo surge junto deles e diz que cheira a violetas, que tem plantadas no seu jardim, e o Rei Leandro desconfia, quando o ouve. De seguida é a vez de Violeta falar e o Rei fica confuso, porque a voz é-lhe familiar. Reginaldo pergunta-lhe quem é e o que faz no seu reino, ao que o Rei responde: “Sou Leandro, Rei de Helíria”. Reginaldo diz-lhe então que esse reino já não existe, que fora dividido em dois e oferecido às filhas mais velhas, que agora não faziam outra coisa que passar o tempo a guerrearem-se uma à outra. Na última cena, dá-se o banquete. Violeta manda servir o primeiro prato e o Rei prova, mas põe de lado, manda servir o prato seguinte e o Rei volta a fazer o mesmo. Seguem-se outros pratos, mas a reação do Rei é sempre a mesma, até que diz: “Basta! Esta comida está intragável!”. Violeta informa-o que é apenas comida sem sal. O Rei fica sem fala, espantado e pergunta-lhe o nome. O Bobo reconhece-a de imediato e o Rei admite então o seu grande erro ao expulsar a única filha sincera que tinha, a única que o amou de verdade. O Pastor intervém e, citando as palavras da sua esposa, Briolanja, diz: “A palavras ocas, orelhas moucas”. O Rei pede perdão (p.105) a sua filha Violeta e tudo acaba em bem. Doravante, aquele será também o seu reino, refere Violeta, e esquecerão tudo o que ficou para trás. Terminou o pesadelo! E o Bobo termina, dizendo: “Vitória, vitória, acabou-se a história”O 1º ato deste texto dramático é constituído por um total de onze cenas. As cenas têm lugar em Helíria no reino do Rei Leandro, principalmente no jardim e na sala de banquetes. Logo no início, o Rei fala com o Bobo e no seu discurso mostra-se atormentado com o sonho que teve, pois considera que se trata de um recado dos deuses. Na 2ª cena, ficamos a conhecer duas das suas filhas: Amarílis e Hortênsia. Estas mostram-se, desde logo, interesseiras e falsas e terminam a cena envolvendo-se numa grande discussão e insultando-se mutuamente. Na 3ª cena, surge Violeta, atraída por toda aquela barulheira infernal, mas as irmãs dão o assunto por encerrado e pedem-lhe que não se meta, porque são coisas de gente crescida. (p.23) Seguidamente, na 4ª cena surgem os noivos de Amarílis e Hortênsia com o objetivo de marcar os casamentos. O noivo de Amarílis, o príncipe Felizardo, é do tipo novo-rico (p. 29), fanfarrão e só pensa no seu dinheiro. O noivo de Hortênsia, o príncipe Simplício, é muito tímido (p.29), vive na sombra do noivo de Amarílis e apresenta um vocabulário tão reduzido que a única frase que profere vezes sem conta é: “Tiraste-me as palavras da boca”. O Rei decide comemorar os noivados (p.32) das filhas, no dia seguinte, com uma grande festa no palácio. Na cena 5, Violeta caminha só pelo jardim, quando é surpreendida pelo príncipe Reginaldo (p.33), seu pretendente. Violeta revela o seu sonho ao futuro noivo e diz-lhe que é um mau presságio (p.38). Sobre o casamento de ambos decidem falar após os festejos do casamento das irmãs. A cena 6 é apenas o relato dos preparativos para o banquete real. A 7ª cena é bastante esclarecedora, no que diz respeito ao carácter dos três príncipes, uma vez que os noivos de Amarílis e Hortênsia se mostram apenas preocupados com a riqueza/fortuna que irão proporcionar às noivas, enquanto que o futuro noivo de Violeta diz ser o mais rico de todos, por ter o amor de Violeta. Nas cenas 8 e 9, o discurso entre as três irmãs sobre o seu futuro também nos deixa perceber que Amarílis e Hortênsia apenas estão interessadas na fortuna/riqueza dos noivos, não se ralando, a primeira com a deselegância (p.49) da linguagem do noivo e a segunda com o fato de o noivo ser de poucas falas. A 10ª cena é uma das mais longas e remete-nos para o interior do palácio, onde irá decorrer a festa de noivado. Esta cena é de grande importância, porque o Rei decide, finalmente, revelar o conteúdo do seu sonho, dizendo que viu o seu manto (p.52) ser levado pelo vento, a coroa (p.52) ser arrastada pela fúria das águas e o seu cetro arrancado por forças invisíveis (p.52). Na opinião do Rei, os deuses querem que ele deixe de reinar, por estar velho de mais e não conseguir zelar pelos seus súbditos. O Bobo tem opinião diferente e diz, de forma cómica, que “os deuses devem estar loucos (p.53)”. O Rei anuncia então a sua decisão de entregar o reino à filha que demonstrar maior amor por si. Uma a uma, as filhas ajoelham-se diante do pai para manifestarem os seus sentimentos: Amarílis diz “Quero-vos mais do que ao sol”. Hortênsia diz “Quero-vos mais do que ao ar que respiro” e, por último, Violeta que diz “Preciso de vós como a comida precisa do sal”. O Rei fica furioso por tal comparação de Violeta e diz-lhe que nunca mais a quer ver. Na cena 11, o Rei manda chamar o escrivão (p.56) para redigir um documento no qual refere que a partir daquele dia ninguém ouse pronunciar o nome de Violeta, que esta seja banida do reino e que nunca mais se plantem violetas no seu jardim. O príncipe Reginaldo assegura ao Rei que esta irá, mas não estará só, pois irão casar e viverão felizes no seu reino. O Rei decide então que o seu reino ficará para as suas outras filhas, dividindo-o em duas partes: Amarílis governará o Norte (os seus pomares, vinhas, pastagens…) e Hortênsia governará o Sul (as minas de ferro, cobre, estanho…). Quanto ao Rei, viverá seis meses (p.62) em cada reino e ficará só com o seu fiel bobo, dispensando o restante séquito p.62) . Esta última cena termina com a crueldade das duas irmãs que discutem sobre quem irá ser a primeira a “aturar o velho”. O 2º ato apresenta onze cenas. Em termos de localização, verificamos que este vai alternando entre a gruta onde o Rei se abriga e os reinos/domínios das suas filhas. Na 1ª cena, O Rei e o seu fiel bobo caminham pela estrada e veem-se forçados a abrigar-se devido à tempesatde que se aproxima. Na 2ª cena, encontram um Pastor, cujo verdadeiro nome é Godofredo Segismundo, embora na brincadeira diga que é o rei de copas. O Bobo resolve contar a triste história do seu amo ao Pastor e quando lhe fala da frase proferida por Violeta, filha preferida do Rei, o Pastor responde, com grande sabedoria: “Grande vai o mal em casa onde não há sal (p.73).” Na 3ª cena viajamos até ao reino de Amarílis, que chamara a irmã Hortênsia para decidir sobre o futuro do pai. Nem uma nem outra se encontram na disposição de continuar a recebê-lo /aturá-lo. Segundo Amarílis, o Rei passou a ser como um súbdito (p.77) qualquer do seu reino, quando decidiu entregar-lhes o poder. O príncipe Felizardo acrescenta que “Quem não trabuca, não manduca.” E decidem que o melhor é deixar o pai à sua sorte, pois não querem vadios e preguiçosos. Na 4ª cena, o Pastor aconselha o Bobo a procurar a outra filha, mas o Bobo teme a ira/fúria do Rei, que nem quer ouvir falar em tal nome e só sabe repetir “Eu não sou maluco”. Na 5ª cena somos transportados para os domínios de Reginaldo e Violeta, onde o Pastor relata toda a história do Rei. Ficamos a saber que Violeta, sua filha, todos os domingos, na praça do mercado, pedia à população para que se vissem o seu pai o levassem à sua presença, sem contudo lhe revelar a sua identidade. Na 6ª cena, o Pastor descreve o seu reino e fala de toda a fartura que aí poderão encontrar. O Bobo desconfia, mas assim que o Rei acorda, ele diz-lhe que a tempestade já passou e que está na hora de pôr os pés a caminho. O Pastor informa o Bobo sobre o melhor caminho a seguir para chegar ao seu reino. Na 7ª cena, o Pastor fala com Violeta e informa-a que o seu pai não tardará a chegar e repete constantemente: “tão certo como eu me chamar GodofredoSregismundo”. Violeta apressa-se a transmitir ordens na cozinha e pede ao Pastor que informe que, à noite, as portas do seu palácio estarão abertas e haverá comida para toda a gente. Pede também que fique de vigia e que assim que o seu pai aparecer o leve à sua presença. Na 8ª cena, o Rei e o Bobo chegam finalmente ao reino de Violeta. O Bobo mostra-se muito alegre, mas o Rei, pessimista, não pára de repetir a lengalenga: “Em toda a parte há medo, miséria, tristeza…” Na 9ª cena, o Bobo conversa com o Rei sobre as suas filhas, ao que este responde, arreliado, que não tem filhas e que a culpa é dos deuses. O Bobo responde-lhe que se está na situação em que está o deve às desalmadas (p.96) das filhas. Na cena 10, o príncipe Reginaldo surge junto deles e diz que cheira a violetas, que tem plantadas no seu jardim, e o Rei Leandro desconfia, quando o ouve. De seguida é a vez de Violeta falar e o Rei fica confuso, porque a voz é-lhe familiar. Reginaldo pergunta-lhe quem é e o que faz no seu reino, ao que o Rei responde: “Sou Leandro, Rei de Helíria”. Reginaldo diz-lhe então que esse reino já não existe, que fora dividido em dois e oferecido às filhas mais velhas, que agora não faziam outra coisa que passar o tempo a guerrearem-se uma à outra. Na última cena, dá-se o banquete. Violeta manda servir o primeiro prato e o Rei prova, mas põe de lado, manda servir o prato seguinte e o Rei volta a fazer o mesmo. Seguem-se outros pratos, mas a reação do Rei é sempre a mesma, até que diz: “Basta! Esta comida está intragável!”. Violeta informa-o que é apenas comida sem sal. O Rei fica sem fala, espantado e pergunta-lhe o nome. O Bobo reconhece-a de imediato e o Rei admite então o seu grande erro ao expulsar a única filha sincera que tinha, a única que o amou de verdade. O Pastor intervém e, citando as palavras da sua esposa, Briolanja, diz: “A palavras ocas, orelhas moucas”. O Rei pede perdão (p.105) a sua filha Violeta e tudo acaba em bem. Doravante, aquele será também o seu reino, refere Violeta, e esquecerão tudo o que ficou para trás. Terminou o pesadelo! E o Bobo termina, dizendo: “Vitória, vitória, acabou-se a história”.
Margie lo scrisse perfino nel suo diario, quella sera. Sulla pagina che portava la data 17 maggio 2157, scrisse: “Oggi Tommy ha trovato un vero libro!” Era un libro antichissimo. Il nonno di Margie aveva detto una volta che, quand’era bambino lui, suo nonno gli aveva detto che c’era stata un’epoca in cui tutte le storie e i racconti erano stampati su carta. Si voltavano le pagine, che erano gialle e fruscianti, ed era buffissimo leggere parole che se ne stavano ferme invece di muoversi, com’era previsto che facessero: su uno schermo, è logico. E poi, quando si tornava alla pagina precedente, sopra c’erano le stesse parole che loro avevano già letto la prima volta – Mamma mia, che spreco – disse Tommy. – Quando uno è arrivato in fondo al libro, che cosa fa? Lo butta via, immagino. Il nostro schermo televisivo deve avere avuto un milione di libri, sopra, ed è ancora buono per chissà quanti altri. Chi si sognerebbe di buttarlo via? – Lo stesso vale per il mio – disse Margie. Aveva undici anni, lei, e non aveva visto tanti telelibri quanti ne aveva visti Tommy. Lui di anni ne aveva tredici. – Dove l’hai trovato? – gli domandò, – In casa. – Indicò lui senza guardare, perché era occupatissimo a leggere. – In solaio. – Di cosa parla? – Di scuola. – Di scuola? – Il tono di Margie era sprezzante. – Cosa c'è da scrivere, sulla scuola? Io la scuola la odio. Margie aveva sempre odiato la scuola, ma ora la odiava più che mai. L’insegnante meccanico le aveva assegnato un test dopo l’altro di geografia, e lei aveva risposto sempre peggio, finché la madre aveva scosso la testa, avvilita, e aveva mandato a chiamare l’Ispettore della Contea. Era un omino tondo tondo, l’Ispettore, con una faccia rossa e uno scatolone di arnesi con fili e con quadranti. Aveva sorriso a Margie e le aveva offerto una mela, poi aveva smontato l’insegnante in tanti pezzi. Margie aveva sperato che poi non sapesse più come rimetterli insieme, ma lui lo sapeva e, in poco più di un’ora, l’insegnante era di nuovo tutto intero, largo, nero e brutto, con un grosso schermo sul quale erano illustrate tutte le lezioni e venivano scritte tutte le domande. Ma non era quello il peggio. La cosa che Margie odiava soprattutto era la fessura dove lei doveva infilare i compiti e i testi compilati. Le toccava scriverli in un codice perforato che le avevano fatto imparare quando aveva sei anni, e il maestro meccanico calcolava i voti a una velocità spaventosa. L’ispettore aveva sorriso una volta finito il lavoro, e aveva accarezzato la testa di Margie. Alla mamma aveva detto: – Non è colpa della bambina, signora Jones. Secondo me, il settore geografia era regolato male. Sa, sono inconvenienti che capitano, a volte. L’ho rallentato. Ora è su un livello medio per alunni di dieci anni. Anzi, direi che l’andamento generale dei progressi della scolara sia piuttosto soddisfacente. – E aveva fatto un’altra carezza sulla testa a Margie. Margie era delusa. Aveva sperato che si portassero via l’insegnante, per ripararlo in officina. Una volta s’erano tenuti quello di Tommy per circa un mese, perché il settore storia era andato completamente a pallino. Così, disse a Tommy: – Ma come gli viene in mente, a uno, di scrivere un libro sulla scuola? Tommy la squadrò con aria di superiorità. – Ma non è una scuola come la nostra, stupida! Questo è un tipo di scuola molto antico, come l’avevano centinaia e centinaia di anni fa. – Poi aggiunse altezzosamente, pronunciando la parola con cura. – Secoli fa. Margie era offesa. – Be’ io non so che specie di scuola avessero, tutto quel tempo fa. – Per un po’ continuò a sbirciare il libro, china sopra la spalla di lui, poi disse: – In ogni modo, avevano un maestro? – Certo che avevano un maestro, ma non era un maestro regolare. Era un uomo. – Un uomo? Come faceva un uomo a fare il maestro? – Be’, spiegava le cose ai ragazzi e alle ragazze, dava da fare dei compiti a casa e faceva delle domande. – Un uomo non è abbastanza in gamba. – Sì che lo è. Mio papà ne sa quanto il mio maestro. – Ma va’! Un uomo non può saperne quanto un maestro. – Ne sa quasi quanto il maestro, ci scommetto. Margie non era preparata a mettere in dubbio quell’affermazione. Disse. – Io non ce lo vorrei un estraneo in casa mia, a insegnarmi. Tommy rise a più non posso. – Non sai proprio niente, Margie. Gli insegnanti non vivevano in casa. Avevano un edificio speciale e tutti i ragazzi andavano là. – E imparavano tutti la stessa cosa? – Certo, se avevano la stessa età. – Ma la mia mamma dice che un insegnante dev’essere regolato perché si adatti alla mente di uno scolaro o di una scolara, e che ogni bambino deve essere istruito in modo diverso. – Sì, però loro a quei tempi non facevano così. Se non ti va, fai a meno di leggere il libro. – Non ho detto che non mi va, io – sì affrettò a precisare Margie. Certo che voleva leggere di quelle buffe scuole. Non erano nemmeno a metà del libro quando la signora Jones chiamò: – Margie! A scuola! Margie guardò in su. – Non ancora, mamma. – Subito! – disse la signora Jones. – E sarà ora di scuola anche per Tommy, probabilmente. Margie disse a Tommy: – Posso leggere ancora un po’ il libro con te, dopo la scuola? – Vedremo – rispose lui con noncuranza. Si allontanò fischiettando, il vecchio libro polveroso stretto sotto il braccio. Margie se ne andò in classe. L’aula era proprio accanto alla sua cameretta, e l’insegnante meccanico, già in funzione, la stava aspettando. Era in funzione sempre alla stessa ora, tutti i giorni tranne il sabato e la domenica, perché la mamma diceva che le bambine imparavano meglio se imparavano a orari regolari. Lo schermo era illuminato e stava dicendo – Oggi la lezione di aritmetica è sull’addizione delle frazioni proprie. Prego inserire il compito di ieri nell’apposita fessura. Margie obbedì con un sospiro. Stava pensando alle vecchie scuole che c’erano quando il nonno di suo nonno era bambino. Ci andavano i ragazzi di tutto il vicinato, ridevano e vociavano nel cortile, sedevano insieme in classe, tornavano a casa insieme alla fine della giornata. Imparavano le stesse cose, così potevano darsi una mano a fare i compiti e parlare di quello che avevano da studiare. E i maestri erano persone... L’insegnante meccanico stava facendo lampeggiare sullo schermo: – Quando addizioniamo le frazioni 1/2 + 1/4... Margie stava pensando ai bambini di quei tempi, e a come dovevano amare la scuola. Chissà come si divertivano!, pensò.
Pronúncia e Compreensão Oral
¡Deletrea, Pronuncia y Gana!
Crea un quiz basandoti sul seguente testo: La Repubblica Popolare Cinese (中華人民共和國T, 中华人民共和国S, Zhōnghuá Rénmín GònghéguóP ascolta la pronuncia in mandarino standardⓘ), detta anche solo Cina (中國T, 中国S, ZhōngguóP; lett. "Paese di mezzo"),[7] è uno Stato dell'Asia orientale. La Repubblica Popolare Cinese è stata in passato indicata come Cina popolare, al fine di distinguerla dalla Repubblica di Cina, comunemente chiamata Taiwan (o Formosa), indicata invece come Cina nazionalista. Entrambe le entità reclamano il controllo sul territorio complessivo cinese. La Repubblica Popolare Cinese con 1 miliardo e 400 milioni di abitanti nel 2023 è lo stato più popoloso del mondo insieme all'India.[4] La Cina è una repubblica popolare in cui il potere è esercitato dal Partito Comunista Cinese (中国共产党 oppure 中共). Il governo ha sede nella capitale Pechino (北京首都) ed esercita la propria sovranità su ventidue province (省), cinque regioni autonome (自治区), quattro municipalità direttamente controllate (直辖市) (Pechino 北京, Tientsin 天津, Shanghai 上海 e Chongqing 重庆) e due regioni amministrative speciali 特别行政区 (Hong Kong 香港 e Macao 澳门) parzialmente autonome. La Cina rivendica la propria sovranità anche su Taiwan, che a propria volta rivendica la propria sovranità sulla Cina continentale. L'isola è rimasta dal 1949 sotto il controllo del governo della Repubblica di Cina (中華民國 o Taiwan), che precedentemente governava anche la Cina continentale, ed è rivendicata dalla Repubblica Popolare Cinese come provincia di Taiwan. La complessa condizione politica di Taiwan è una delle conseguenze della guerra civile cinese, che ha preceduto la fondazione della Repubblica Popolare Cinese. Con la sua superficie di circa 9 572 900 km², la Cina è il quarto stato più grande del mondo per superficie. Il paesaggio della Cina è vasto e diversificato: va dalle steppe della foresta e i deserti dei Gobi e del Taklamakan nell'arido nord alle foreste subtropicali e umide del sud. L'Himalaya, il Karakorum, il Pamir e il Tian Shan sono le catene montuose che separano la Cina meridionale dall'Asia centrale. Il Fiume Azzurro (长江) e il Fiume Giallo (黄河), rispettivamente il terzo e il sesto più lunghi del mondo, scorrono dall'altopiano del Tibet verso la costa orientale, densamente popolata. La costa della Cina lungo l'oceano Pacifico è lunga circa 14 500 chilometri ed è delimitata dal mare di Bohai, dal mar Giallo, dal mar Cinese Orientale e dal mar Cinese Meridionale. L'antica civiltà cinese, una delle più antiche al mondo, si sviluppò inizialmente nelle pianure comprese tra il Fiume Giallo e il Fiume Azzurro. A partire dall'età del bronzo, verso la fine del II millennio a.C., si ha evidenza di strutture feudali, in cui i nobili si raccoglievano intorno a monarchie ereditarie. Vi sono testimonianze di una casata regnante nella prima metà del I millennio a.C., nota come dinastia Zhou (周朝), il cui declino condusse alla nascita di un discreto numero di regni indipendenti in competizione per il predominio sulla regione (periodo delle Primavere e Autunni, 春秋), con stagioni di conflitto che si fecero particolarmente accese nel periodo che va dall'VIII al III secolo a.C. Nel 221 a.C. lo Stato di Qin sconfisse e conquistò i territori di tutti gli altri Stati combattenti, dando vita al primo impero della storia cinese sotto la guida del primo imperatore cinese Qín Shǐ Huángdì della dinastia Qin (秦朝). Da quel momento il titolo di imperatore della Cina divenne il sinonimo della raggiunta supremazia. La dinastia Qin non durò a lungo, infatti i popoli precedentemente conquistati vennero poco dopo riuniti sotto l'egida della dinastia Han (汉朝, III secolo a.C. - III secolo d.C.). I quattro secoli in cui regnarono i sovrani della dinastia Han sono considerati cruciali per la definizione e l'affermazione della identità culturale cinese, tanto da divenire il termine con cui i cinesi definirono se stessi (con il termine appunto di etnia o popolo han, 汉族). Da allora, la storia cinese ha visto l'alternarsi di periodi di divisione e fasi di unificazione, con conseguenti periodi di frammentazione, contrazione o espansione territoriale, sotto l'egida di diverse dinastie, talora di etnia straniera, come avvenuto nel caso dei mongoli o dei mancesi. L'ultima dinastia fu quella dei Qing, il cui regno si concluse nel 1911 con la fondazione della Repubblica di Cina (中华民国). Dopo la sconfitta dell'Impero giapponese (大日本皇国) durante la seconda guerra mondiale, il Paese fu scosso dalla guerra civile, che vedeva contrapposte le forze nazionaliste del Kuomintang (国民党), il partito che allora deteneva il governo del paese, e le forze facenti capo al Partito Comunista Cinese. Nel 1949 la guerra si concluse con la sconfitta del Kuomintang e la conseguente fuga del governo nazionalista sull'isola di Formosa, nella cui capitale Taipei (台北) ha tuttora sede l'attuale Repubblica di Cina, altresì nota come Taiwan. In seguito alla vittoria conseguita sul continente, il 1º ottobre del 1949 a Pechino le forze comuniste guidate da Mao Zedong proclamarono ufficialmente la nascita della Repubblica Popolare Cinese. Dopo l'introduzione di riforme economiche nel 1978, l'economia cinese è diventata quella dalla crescita più rapida al mondo. A partire dal 2013, è la seconda economia più grande al mondo sia come PIL totale nominale sia per parità di potere d'acquisto; per quanto riguarda solamente il PIL nominale, invece, la Cina ha sorpassato il Giappone, sino ad allora seconda potenza mondiale dal 1987, nel 2010. Nel 2022 il prodotto interno lordo cinese è sui ventimila miliardi di dollari.[8] Essa è anche il più grande esportatore e importatore di merci al mondo. La Cina è ufficialmente uno Stato munito di armi nucleari e ha il più grande esercito permanente del mondo, con il secondo più grande bilancio della difesa. È, inoltre, membro dell'ONU dal 1971, quando ha preso il posto della Repubblica di Cina tra i seggi dei membri permanenti del Consiglio di sicurezza delle Nazioni Unite, e quindi gode del potere di veto. La Cina è anche membro di numerose organizzazioni multilaterali,[9] tra cui l'OMC, l'APEC, il BRICS, l'Organizzazione di Shanghai per la cooperazione, il BCIM[10] e il G20. La Cina, unanimemente riconosciuta come grande potenza dal consesso internazionale, è una potenziale superpotenza secondo un certo numero di accademici e analisti che si occupano di questioni militari, politiche ed economiche. Dissidenti politici e gruppi per i diritti umani hanno denunciato la dittatura del governo cinese per diffuse violazioni dei diritti umani, tra cui repressione politica, repressione delle minoranze religiose ed etniche, censura, sorveglianza di massa e la violenza utilizzata nel reprimere il dissenso, come quella esibita durante le proteste di piazza Tienanmen del 1989.
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