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Cultivo de café
Quiz by RUBY KARINA QUEVEDO SALAS
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Cultivo de meristemos: Condiciones de cultivo: Luz y temperatura. La iluminación puede perjudicar al desarrollo de los ápices meristemáticos ya que sus células tienen paredes celulares delgadas y escasa diferenciación. Se recomienda iniciar el cultivo con luz tenue o incluso en oscuridad para después pasar a fotoperiodo. La temperatura debe ser la adecuada para el crecimiento in vitro de cada especie. Estado fisiológico del explanto. Una alta tasa de crecimiento del explanto acelera el inicio de su desarrollo y favorece su supervivencia. Momento de toma de explanto. Está relacionado con el mayor o menor vigor del explanto y con su tasa metabólica. En general deben iniciarse los cultivos cuando la planta madre se encuentra en su mayor estado de desarrollo, por ejemplo en primavera si saneamos plantas leñosas que sufren reposo invernal.
TECNICA DE CULTIVO DE MICROORGANISMOS
Conservación del material vegetal que implica el cultivo de tejidos, para un mantenimiento prolongado y un almacenamiento de especies ya establecidas in vitro. Los procesos utilizados implican una disminución o cese de la división celular y el metabolismo de las células asegurando que el riesgo de daño o muerte del material durante la conservación sea lo más bajo posible y no se vea afectada su estabilidad genética (Bhojwani y Dantu, 2013). Generalmente la conservación in vitro consiste en cambios en el medio de cultivo junto con una disminución de la temperatura, con el fin de disminuir o suprimir el crecimiento de células, tejidos y órganos de las plantas, maximizando así el intervalo entre los subcultivos.
El meristemo de una planta es la porción terminal de su tallo, de unas 100 µm, formado exclusivamente por células meristemáticas, no diferenciadas y con alta capacidad de división celular. Es una estructura en forma de cúpula que no contiene conexiones vasculares ni plasmodesmos. Se dice que el meristemo apical es una zona de la planta libre de virus. La técnica del cultivo de meristemos permite obtener plantas libres de virus en distintas especies.
Tipos de Medios de Cultivo
medios de cultivo
Composición del medio de cultivo. Es necesario optimizar el aporte en sales para el desarrollo de los meristemos de cada especie, así como de determinados minerales. Es importante el aporte de auxinas y citoquininas, y algunas veces también de giberelinas para favorecer el alargamiento del explanto.
Cria dez perguntas de escolha múltipla baseado neste texto : Alimentado pelos recursos auríferos e de diamantes vindos da colónia brasileira, formando um conjunto patrimonial de características singulares em território nacional, sendo um dos mais imponentes e notáveis monumentos de Portugal e da Europa, o Real Edifício de Mafra integra um Palácio, uma Basílica, um Convento com a sua cerca, atual Jardim do Cerco, e uma Tapada, tendo sido objeto de classificação como Monumento Nacional em 1907 (Convento) e em 1910 (Basílica), e inscrito na lista na UNESCO como Património Mundial (2019). Construído ao longo de mais de três décadas, o Real Edifício de Mafra tornou-se um epicentro de ensino e conhecimento, onde se formaram as seguintes gerações de engenheiros e arquitetos. Politicamente o Palácio-Convento deve ser visto como a manifestação concreta, mais representativa, do poder absoluto do monarca D. João V, enquanto afirmação terrena e divina da sua autoridade, tendo como principal objetivo projetar Portugal como potência internacional. Alto da Vela Primitivo nome dado “à colina” onde foi construído o Palácio-Convento de Mafra, determinou a expansão da Vila de Mafra em torno e à frente do mesmo. Sítio de moinhos de “vela” e terras de cultivo, foi escolhido pelo monarca D. João V, segundo frei Cláudio Conceição (1820), por ser localizado no termo da Vila de Mafra, “ter uma fonte de abundante e excelente água, e fazer uma admirável perspetiva no dilatado mar, que se descobre”. A aquisição dos terrenos para a construção do Real Edifício de Mafra (palácio, basílica, convento, cerca e tapada) foi realizada em várias fases: a primeira decorreu em 1713, a segunda em 1734 e a terceira entre 1747 e 1748. Basílica, Órgãos e Carrilhões Elemento arquitetónico mais imponente do Real Edifício de Mafra, destacando-se o zimbório, a Basílica é uma obra-prima aos níveis construtivo e estético. Foi erigida entre 1717 e 1735, com a capacidade para acolher 80 religiosos, tendo sido sagrada em 22 de outubro de 1730, no dia do 41.º aniversário de D. João V. A fachada e o interior da Basílica de Mafra exibem 58 estátuas de grande dimensão e três baixos-relevos, em mármore branco de Carrara, executados em oficinas de Roma, Florença e Génova, a maior encomenda de escultura, à época, fora de Itália. Aos seis órgãos de tubos do interior, projeto único e inovador no mundo, correspondem as duas torres sineiras no exterior, sendo os dois monumentais carrilhões, do século XVIII, considerados como dos mais importantes e notáveis internacionalmente. Em 7 de junho de 1835 ocorreu a transferência da Paróquia de Santo André da igreja matriz (sita na Vila Velha) para a Basílica de Mafra. Créditos: PT/TT/CR/007-007/00199 Ilha da Madeira Na memória coletiva permanece o topónimo Largo da Ilha da Madeira, devido à concentração na Vila de Mafra de um grande número de operários (cerca de 45000), vindos de todo o país, para a edificação do Convento. Cresceu a noroeste da Real Obra, “ilha”, toda construída em “madeira” e devido à acumulação desse material, ergueram-se telheiros para estrebarias e cavalariças, casas de alvenaria para acomodação do pessoal especializado e oficiais, e uma ermida de madeira para o serviço divino. No recinto das habitações foram abertas inúmeras casas de pasto para serviço dos operários, que se alimentavam à custa do seu salário. Jardim do Cerco Jardim da cerca conventual, com 9 hectares, a sua construção teve como objetivo servir uma comunidade religiosa contendo horta, pomar, mata e jardim. A disposição do espaço obedeceu às conceções estéticas do Barroco. Em 1726, o viajante estrangeiro Charles Frederic de Merveilleux escreve que o “Rei D. João V fez plantar um grande parque ou jardim repleto […] de todos os tipos de árvores que crescem em todos os países do seu domínio nas quatro partidas do Mundo”. Além do tanque circular de mármore do século XVIII, contíguo ao maior e mais antigo poço do Cerco, munido de nora, também alberga um jogo da bola, onde se praticaram originalmente sete jogos. Na Botica fradesca eram produzidos elixires e unguentos. Tapada Nacional de Mafra Antiga Real Tapada de Mafra constitui uma joia cinegética e florestal única no território português, com uma área de 1188 hectares. Criada por decreto régio de 18 de julho de 1744, no qual o rei D. João V foi “servido mandar demarcar, junto à vila de Mafra, terras para se formar uma tapada para seu real serviço […]” vedada por um muro “de pedra e cal”. É organizada em três partes: a Primeira Tapada ou Tapada de Fora encontra-se, hoje, entregue ao Exército Português (Escola das Armas); as Segunda e Terceira Tapadas, ou Tapadas do Meio e de Dentro integram, atualmente, a Tapada Nacional de Mafra. Alberga um grande número de espécies de fauna e flora endémicas da Península Ibérica, que se distribuem por diferentes habitats. A Tapada, desde a sua fundação até à implantação da República (1910), foi um dos locais de eleição dos monarcas portugueses como espaço de lazer e parque de caça. Fonte de abastecimento de água ao Palácio-Convento, o sistema de recolha apoia-se em aqueduto, concebido pelo engenheiro militar Manuel da Maia, com cerca de 4560 m, estendendo-se do interior da Tapada até ao Jardim do Cerco.