Loading...

Por o para
Quiz by Barbara
Customize this quiz to suit your class
Instantly translate to 100+ languages
Tag the questions with any skills you have. Your dashboard will track each student's mastery of each skill.
Give this quiz to my class
Juan fue ____ casa.

por
para
María camina ____ la calle.

para
por
Juan fue ____ casa.

María camina ____ la calle.

Sí, la comida es toda ___ ti.

Estudió mucho ___ recibir la mejor nota.

___ mí, eres la persona más importante.

___mí, puedes elegir el que quieras.

____ que veas lo que pasa si no comes bien.

Juan pasó ___ mi casa.

Voy al súper ___ leche.

Voy al súper___ comprar leche.

Por o Para???
¿Por o Para?
Por o Para Quiz
Obra Dramática "Leandro, Rei da Helíria", autora: Alice Vieira. O 1º ato deste texto dramático é constituído por um total de onze cenas. As cenas têm lugar em Helíria no reino do Rei Leandro, principalmente no jardim e na sala de banquetes. Logo no início, o Rei fala com o Bobo e no seu discurso mostra-se atormentado com o sonho que teve, pois considera que se trata de um recado dos deuses. Na 2ª cena, ficamos a conhecer duas das suas filhas: Amarílis e Hortênsia. Estas mostram-se, desde logo, interesseiras e falsas e terminam a cena envolvendo-se numa grande discussão e insultando-se mutuamente. Na 3ª cena, surge Violeta, atraída por toda aquela barulheira infernal, mas as irmãs dão o assunto por encerrado e pedem-lhe que não se meta, porque são coisas de gente crescida. (p.23) Seguidamente, na 4ª cena surgem os noivos de Amarílis e Hortênsia com o objetivo de marcar os casamentos. O noivo de Amarílis, o príncipe Felizardo, é do tipo novo-rico (p. 29), fanfarrão e só pensa no seu dinheiro. O noivo de Hortênsia, o príncipe Simplício, é muito tímido (p.29), vive na sombra do noivo de Amarílis e apresenta um vocabulário tão reduzido que a única frase que profere vezes sem conta é: “Tiraste-me as palavras da boca”. O Rei decide comemorar os noivados (p.32) das filhas, no dia seguinte, com uma grande festa no palácio. Na cena 5, Violeta caminha só pelo jardim, quando é surpreendida pelo príncipe Reginaldo (p.33), seu pretendente. Violeta revela o seu sonho ao futuro noivo e diz-lhe que é um mau presságio (p.38). Sobre o casamento de ambos decidem falar após os festejos do casamento das irmãs. A cena 6 é apenas o relato dos preparativos para o banquete real. A 7ª cena é bastante esclarecedora, no que diz respeito ao carácter dos três príncipes, uma vez que os noivos de Amarílis e Hortênsia se mostram apenas preocupados com a riqueza/fortuna que irão proporcionar às noivas, enquanto que o futuro noivo de Violeta diz ser o mais rico de todos, por ter o amor de Violeta. Nas cenas 8 e 9, o discurso entre as três irmãs sobre o seu futuro também nos deixa perceber que Amarílis e Hortênsia apenas estão interessadas na fortuna/riqueza dos noivos, não se ralando, a primeira com a deselegância (p.49) da linguagem do noivo e a segunda com o fato de o noivo ser de poucas falas. A 10ª cena é uma das mais longas e remete-nos para o interior do palácio, onde irá decorrer a festa de noivado. Esta cena é de grande importância, porque o Rei decide, finalmente, revelar o conteúdo do seu sonho, dizendo que viu o seu manto (p.52) ser levado pelo vento, a coroa (p.52) ser arrastada pela fúria das águas e o seu cetro arrancado por forças invisíveis (p.52). Na opinião do Rei, os deuses querem que ele deixe de reinar, por estar velho de mais e não conseguir zelar pelos seus súbditos. O Bobo tem opinião diferente e diz, de forma cómica, que “os deuses devem estar loucos (p.53)”. O Rei anuncia então a sua decisão de entregar o reino à filha que demonstrar maior amor por si. Uma a uma, as filhas ajoelham-se diante do pai para manifestarem os seus sentimentos: Amarílis diz “Quero-vos mais do que ao sol”. Hortênsia diz “Quero-vos mais do que ao ar que respiro” e, por último, Violeta que diz “Preciso de vós como a comida precisa do sal”. O Rei fica furioso por tal comparação de Violeta e diz-lhe que nunca mais a quer ver. Na cena 11, o Rei manda chamar o escrivão (p.56) para redigir um documento no qual refere que a partir daquele dia ninguém ouse pronunciar o nome de Violeta, que esta seja banida do reino e que nunca mais se plantem violetas no seu jardim. O príncipe Reginaldo assegura ao Rei que esta irá, mas não estará só, pois irão casar e viverão felizes no seu reino. O Rei decide então que o seu reino ficará para as suas outras filhas, dividindo-o em duas partes: Amarílis governará o Norte (os seus pomares, vinhas, pastagens…) e Hortênsia governará o Sul (as minas de ferro, cobre, estanho…). Quanto ao Rei, viverá seis meses (p.62) em cada reino e ficará só com o seu fiel bobo, dispensando o restante séquito p.62) . Esta última cena termina com a crueldade das duas irmãs que discutem sobre quem irá ser a primeira a “aturar o velho”. O 2º ato apresenta onze cenas. Em termos de localização, verificamos que este vai alternando entre a gruta onde o Rei se abriga e os reinos/domínios das suas filhas. Na 1ª cena, O Rei e o seu fiel bobo caminham pela estrada e veem-se forçados a abrigar-se devido à tempesatde que se aproxima. Na 2ª cena, encontram um Pastor, cujo verdadeiro nome é Godofredo Segismundo, embora na brincadeira diga que é o rei de copas. O Bobo resolve contar a triste história do seu amo ao Pastor e quando lhe fala da frase proferida por Violeta, filha preferida do Rei, o Pastor responde, com grande sabedoria: “Grande vai o mal em casa onde não há sal (p.73).” Na 3ª cena viajamos até ao reino de Amarílis, que chamara a irmã Hortênsia para decidir sobre o futuro do pai. Nem uma nem outra se encontram na disposição de continuar a recebê-lo /aturá-lo. Segundo Amarílis, o Rei passou a ser como um súbdito (p.77) qualquer do seu reino, quando decidiu entregar-lhes o poder. O príncipe Felizardo acrescenta que “Quem não trabuca, não manduca.” E decidem que o melhor é deixar o pai à sua sorte, pois não querem vadios e preguiçosos. Na 4ª cena, o Pastor aconselha o Bobo a procurar a outra filha, mas o Bobo teme a ira/fúria do Rei, que nem quer ouvir falar em tal nome e só sabe repetir “Eu não sou maluco”. Na 5ª cena somos transportados para os domínios de Reginaldo e Violeta, onde o Pastor relata toda a história do Rei. Ficamos a saber que Violeta, sua filha, todos os domingos, na praça do mercado, pedia à população para que se vissem o seu pai o levassem à sua presença, sem contudo lhe revelar a sua identidade. Na 6ª cena, o Pastor descreve o seu reino e fala de toda a fartura que aí poderão encontrar. O Bobo desconfia, mas assim que o Rei acorda, ele diz-lhe que a tempestade já passou e que está na hora de pôr os pés a caminho. O Pastor informa o Bobo sobre o melhor caminho a seguir para chegar ao seu reino. Na 7ª cena, o Pastor fala com Violeta e informa-a que o seu pai não tardará a chegar e repete constantemente: “tão certo como eu me chamar GodofredoSregismundo”. Violeta apressa-se a transmitir ordens na cozinha e pede ao Pastor que informe que, à noite, as portas do seu palácio estarão abertas e haverá comida para toda a gente. Pede também que fique de vigia e que assim que o seu pai aparecer o leve à sua presença. Na 8ª cena, o Rei e o Bobo chegam finalmente ao reino de Violeta. O Bobo mostra-se muito alegre, mas o Rei, pessimista, não pára de repetir a lengalenga: “Em toda a parte há medo, miséria, tristeza…” Na 9ª cena, o Bobo conversa com o Rei sobre as suas filhas, ao que este responde, arreliado, que não tem filhas e que a culpa é dos deuses. O Bobo responde-lhe que se está na situação em que está o deve às desalmadas (p.96) das filhas. Na cena 10, o príncipe Reginaldo surge junto deles e diz que cheira a violetas, que tem plantadas no seu jardim, e o Rei Leandro desconfia, quando o ouve. De seguida é a vez de Violeta falar e o Rei fica confuso, porque a voz é-lhe familiar. Reginaldo pergunta-lhe quem é e o que faz no seu reino, ao que o Rei responde: “Sou Leandro, Rei de Helíria”. Reginaldo diz-lhe então que esse reino já não existe, que fora dividido em dois e oferecido às filhas mais velhas, que agora não faziam outra coisa que passar o tempo a guerrearem-se uma à outra. Na última cena, dá-se o banquete. Violeta manda servir o primeiro prato e o Rei prova, mas põe de lado, manda servir o prato seguinte e o Rei volta a fazer o mesmo. Seguem-se outros pratos, mas a reação do Rei é sempre a mesma, até que diz: “Basta! Esta comida está intragável!”. Violeta informa-o que é apenas comida sem sal. O Rei fica sem fala, espantado e pergunta-lhe o nome. O Bobo reconhece-a de imediato e o Rei admite então o seu grande erro ao expulsar a única filha sincera que tinha, a única que o amou de verdade. O Pastor intervém e, citando as palavras da sua esposa, Briolanja, diz: “A palavras ocas, orelhas moucas”. O Rei pede perdão (p.105) a sua filha Violeta e tudo acaba em bem. Doravante, aquele será também o seu reino, refere Violeta, e esquecerão tudo o que ficou para trás. Terminou o pesadelo! E o Bobo termina, dizendo: “Vitória, vitória, acabou-se a história”O 1º ato deste texto dramático é constituído por um total de onze cenas. As cenas têm lugar em Helíria no reino do Rei Leandro, principalmente no jardim e na sala de banquetes. Logo no início, o Rei fala com o Bobo e no seu discurso mostra-se atormentado com o sonho que teve, pois considera que se trata de um recado dos deuses. Na 2ª cena, ficamos a conhecer duas das suas filhas: Amarílis e Hortênsia. Estas mostram-se, desde logo, interesseiras e falsas e terminam a cena envolvendo-se numa grande discussão e insultando-se mutuamente. Na 3ª cena, surge Violeta, atraída por toda aquela barulheira infernal, mas as irmãs dão o assunto por encerrado e pedem-lhe que não se meta, porque são coisas de gente crescida. (p.23) Seguidamente, na 4ª cena surgem os noivos de Amarílis e Hortênsia com o objetivo de marcar os casamentos. O noivo de Amarílis, o príncipe Felizardo, é do tipo novo-rico (p. 29), fanfarrão e só pensa no seu dinheiro. O noivo de Hortênsia, o príncipe Simplício, é muito tímido (p.29), vive na sombra do noivo de Amarílis e apresenta um vocabulário tão reduzido que a única frase que profere vezes sem conta é: “Tiraste-me as palavras da boca”. O Rei decide comemorar os noivados (p.32) das filhas, no dia seguinte, com uma grande festa no palácio. Na cena 5, Violeta caminha só pelo jardim, quando é surpreendida pelo príncipe Reginaldo (p.33), seu pretendente. Violeta revela o seu sonho ao futuro noivo e diz-lhe que é um mau presságio (p.38). Sobre o casamento de ambos decidem falar após os festejos do casamento das irmãs. A cena 6 é apenas o relato dos preparativos para o banquete real. A 7ª cena é bastante esclarecedora, no que diz respeito ao carácter dos três príncipes, uma vez que os noivos de Amarílis e Hortênsia se mostram apenas preocupados com a riqueza/fortuna que irão proporcionar às noivas, enquanto que o futuro noivo de Violeta diz ser o mais rico de todos, por ter o amor de Violeta. Nas cenas 8 e 9, o discurso entre as três irmãs sobre o seu futuro também nos deixa perceber que Amarílis e Hortênsia apenas estão interessadas na fortuna/riqueza dos noivos, não se ralando, a primeira com a deselegância (p.49) da linguagem do noivo e a segunda com o fato de o noivo ser de poucas falas. A 10ª cena é uma das mais longas e remete-nos para o interior do palácio, onde irá decorrer a festa de noivado. Esta cena é de grande importância, porque o Rei decide, finalmente, revelar o conteúdo do seu sonho, dizendo que viu o seu manto (p.52) ser levado pelo vento, a coroa (p.52) ser arrastada pela fúria das águas e o seu cetro arrancado por forças invisíveis (p.52). Na opinião do Rei, os deuses querem que ele deixe de reinar, por estar velho de mais e não conseguir zelar pelos seus súbditos. O Bobo tem opinião diferente e diz, de forma cómica, que “os deuses devem estar loucos (p.53)”. O Rei anuncia então a sua decisão de entregar o reino à filha que demonstrar maior amor por si. Uma a uma, as filhas ajoelham-se diante do pai para manifestarem os seus sentimentos: Amarílis diz “Quero-vos mais do que ao sol”. Hortênsia diz “Quero-vos mais do que ao ar que respiro” e, por último, Violeta que diz “Preciso de vós como a comida precisa do sal”. O Rei fica furioso por tal comparação de Violeta e diz-lhe que nunca mais a quer ver. Na cena 11, o Rei manda chamar o escrivão (p.56) para redigir um documento no qual refere que a partir daquele dia ninguém ouse pronunciar o nome de Violeta, que esta seja banida do reino e que nunca mais se plantem violetas no seu jardim. O príncipe Reginaldo assegura ao Rei que esta irá, mas não estará só, pois irão casar e viverão felizes no seu reino. O Rei decide então que o seu reino ficará para as suas outras filhas, dividindo-o em duas partes: Amarílis governará o Norte (os seus pomares, vinhas, pastagens…) e Hortênsia governará o Sul (as minas de ferro, cobre, estanho…). Quanto ao Rei, viverá seis meses (p.62) em cada reino e ficará só com o seu fiel bobo, dispensando o restante séquito p.62) . Esta última cena termina com a crueldade das duas irmãs que discutem sobre quem irá ser a primeira a “aturar o velho”. O 2º ato apresenta onze cenas. Em termos de localização, verificamos que este vai alternando entre a gruta onde o Rei se abriga e os reinos/domínios das suas filhas. Na 1ª cena, O Rei e o seu fiel bobo caminham pela estrada e veem-se forçados a abrigar-se devido à tempesatde que se aproxima. Na 2ª cena, encontram um Pastor, cujo verdadeiro nome é Godofredo Segismundo, embora na brincadeira diga que é o rei de copas. O Bobo resolve contar a triste história do seu amo ao Pastor e quando lhe fala da frase proferida por Violeta, filha preferida do Rei, o Pastor responde, com grande sabedoria: “Grande vai o mal em casa onde não há sal (p.73).” Na 3ª cena viajamos até ao reino de Amarílis, que chamara a irmã Hortênsia para decidir sobre o futuro do pai. Nem uma nem outra se encontram na disposição de continuar a recebê-lo /aturá-lo. Segundo Amarílis, o Rei passou a ser como um súbdito (p.77) qualquer do seu reino, quando decidiu entregar-lhes o poder. O príncipe Felizardo acrescenta que “Quem não trabuca, não manduca.” E decidem que o melhor é deixar o pai à sua sorte, pois não querem vadios e preguiçosos. Na 4ª cena, o Pastor aconselha o Bobo a procurar a outra filha, mas o Bobo teme a ira/fúria do Rei, que nem quer ouvir falar em tal nome e só sabe repetir “Eu não sou maluco”. Na 5ª cena somos transportados para os domínios de Reginaldo e Violeta, onde o Pastor relata toda a história do Rei. Ficamos a saber que Violeta, sua filha, todos os domingos, na praça do mercado, pedia à população para que se vissem o seu pai o levassem à sua presença, sem contudo lhe revelar a sua identidade. Na 6ª cena, o Pastor descreve o seu reino e fala de toda a fartura que aí poderão encontrar. O Bobo desconfia, mas assim que o Rei acorda, ele diz-lhe que a tempestade já passou e que está na hora de pôr os pés a caminho. O Pastor informa o Bobo sobre o melhor caminho a seguir para chegar ao seu reino. Na 7ª cena, o Pastor fala com Violeta e informa-a que o seu pai não tardará a chegar e repete constantemente: “tão certo como eu me chamar GodofredoSregismundo”. Violeta apressa-se a transmitir ordens na cozinha e pede ao Pastor que informe que, à noite, as portas do seu palácio estarão abertas e haverá comida para toda a gente. Pede também que fique de vigia e que assim que o seu pai aparecer o leve à sua presença. Na 8ª cena, o Rei e o Bobo chegam finalmente ao reino de Violeta. O Bobo mostra-se muito alegre, mas o Rei, pessimista, não pára de repetir a lengalenga: “Em toda a parte há medo, miséria, tristeza…” Na 9ª cena, o Bobo conversa com o Rei sobre as suas filhas, ao que este responde, arreliado, que não tem filhas e que a culpa é dos deuses. O Bobo responde-lhe que se está na situação em que está o deve às desalmadas (p.96) das filhas. Na cena 10, o príncipe Reginaldo surge junto deles e diz que cheira a violetas, que tem plantadas no seu jardim, e o Rei Leandro desconfia, quando o ouve. De seguida é a vez de Violeta falar e o Rei fica confuso, porque a voz é-lhe familiar. Reginaldo pergunta-lhe quem é e o que faz no seu reino, ao que o Rei responde: “Sou Leandro, Rei de Helíria”. Reginaldo diz-lhe então que esse reino já não existe, que fora dividido em dois e oferecido às filhas mais velhas, que agora não faziam outra coisa que passar o tempo a guerrearem-se uma à outra. Na última cena, dá-se o banquete. Violeta manda servir o primeiro prato e o Rei prova, mas põe de lado, manda servir o prato seguinte e o Rei volta a fazer o mesmo. Seguem-se outros pratos, mas a reação do Rei é sempre a mesma, até que diz: “Basta! Esta comida está intragável!”. Violeta informa-o que é apenas comida sem sal. O Rei fica sem fala, espantado e pergunta-lhe o nome. O Bobo reconhece-a de imediato e o Rei admite então o seu grande erro ao expulsar a única filha sincera que tinha, a única que o amou de verdade. O Pastor intervém e, citando as palavras da sua esposa, Briolanja, diz: “A palavras ocas, orelhas moucas”. O Rei pede perdão (p.105) a sua filha Violeta e tudo acaba em bem. Doravante, aquele será também o seu reino, refere Violeta, e esquecerão tudo o que ficou para trás. Terminou o pesadelo! E o Bobo termina, dizendo: “Vitória, vitória, acabou-se a história”.
DI24 - Quiz Final - Aqui estão as regras para o quiz: - Terão entre 30 a 45 segundos por resposta, dependendo da pergunta. Atenção que não vai aparecer cronómetro. - Assim que clicam numa resposta, ela é imediatamente submetida (o quiz não fica pausado). - As perguntas são diretas: se souberem a resposta, vão conseguir responder imediatamente. Não haverá perguntas com “truque”. Se não souberem, podem sempre responder ao acaso ou optar por não responder.
Jogo de Perguntas e Respostas 1.Por que a Funai considera a demarcação de terras indígenas uma estratégia central na COP30? Resposta: Porque a Funai entende que a demarcação fortalece a proteção ambiental, e isso é essencial para enfrentar a crise climática debatida na COP30. 2.Como a demarcação de terras contribui para a preservação ambiental segundo a Funai? Resposta: Porque territórios demarcados garantem a continuidade das práticas sustentáveis dos povos indígenas e reduzem o avanço do desmatamento. 3.Por que um evento climático internacional tem interesse na demarcação de terras indígenas? Resposta: Porque a proteção territorial indígena está diretamente ligada à conservação das florestas, elemento-chave nas negociações climáticas. 4.O que é o marco temporal? Resposta: É a tese que afirma que os povos indígenas só teriam direito às terras que ocupavam em 5 de outubro de 1988. 5.Por que o marco temporal pode restringir direitos indígenas? Resposta: Porque ignora expulsões, violências e remoções que ocorreram antes de 1988, impedindo o reconhecimento de territórios historicamente ocupados. 6.O debate sobre o marco temporal revela o quê sobre a relação entre leis e justiça social? Resposta: Mostra que a aplicação da lei pode tanto garantir quanto limitar direitos, e que disputas jurídicas influenciam diretamente a vida dos povos indígenas. 7.Como o marco temporal pode dificultar os objetivos defendidos pela Funai na COP30? Resposta: Se o marco temporal limitar demarcações, menos territórios serão protegidos, enfraquecendo a preservação ambiental valorizada na COP30. 8.Por que a discussão sobre demarcação envolve ao mesmo tempo questões ambientais e jurídicas? Resposta: Porque a proteção territorial depende tanto de decisões legais (como o marco temporal) quanto do reconhecimento de que esses territórios são essenciais para a preservação ambiental destacada na COP30.
Era uma vez um camponês que foi à floresta apanhar um pássaro para mantê-lo cativo em sua casa. Conseguiu capturar uma águia recém-nascida e, embora fosse a rainha de todos os pássaros, pô-la no galinheiro a comer milho e ração de galinhas. Passados cinco anos, este homem recebeu a visita de um naturalista que, ao passar junto do gali- nheiro, exclamou: - Aquele pássaro não é uma galinha! É uma águia! - De facto - disse o camponês. É uma águia mas eu criei-a como galinha. Por isso, apesar das asas de quase três metros, já não é uma águia. Transformou-se em galinha como as outras. - Não! - retorquiu o naturalista. Ela é e será sempre uma águia. Tem um coração de águia que a fará voar às alturas. - Não, não! - insistiu o camponês. Ela transformou-se em galinha e nunca voará. Então o naturalista pegou na águia, ergue-a bem alto e, desafiando-a, disse: - Tu és uma águia. Já que pertences ao céu e não à terra, abre as asas e voa! Mas a águia pousou sobre o braço estendido do naturalista. E, ao ver as galinhas no chão a comer grãos, pulou para junto delas. O camponês comentou: - Eu disse-lhe que ela é uma simples galinha! - Não - insistiu o naturalista. Ela é uma águia. E uma águia será sempre uma águia. Vamos experimentar novamente amanhã. No dia seguinte, o naturalista subiu ao telhado da casa com a águia e sussurrou-lhe: - Águia, tu és uma águia! Abre as asas e voa! Mas a águia tornou a pular para o chão. O camponês sorriu e voltou à carga: - Já lhe disse que agora ela é uma galinha! - Não - respondeu firmemente o naturalista. Ela é águia e há de voar. No dia seguinte, o naturalista e o camponês pegaram na águia e levaram-na para fora da cidade, longe das casas, no alto de uma montanha. O naturalista ergueu a águia para o alto e ordenou-lhe: - Tu és uma águia, pertences ao céu e não à terra, abre as tuas asas e voa! A águia olhou ao redor. Tremia como se experimentasse uma nova vida. Mas não voou. Então o natu- ralista segurou-a firmemente, bem na direção do sol, para que os seus olhos pudessem encher-se da claridade solar e da vastidão do horizonte. Nesse momento, ela abriu as suas potentes asas, grasnou o típico kau-kau das águias, ergueu-se, soberana, sobre si mesma e começou a voar, a voar para o alto, a voar cada vez mais alto. Voou... voou.., até se confundir com o azul do firmamento..
ACTIVIDAD 4. Descubre el mapa del agua en tu comunidad Te invitamos a convertirte en un explorador del agua. Ahora que ya aprendiste de dónde viene, cómo la usamos y por qué es tan importante cuidarla, es momento de mirar a tu alrededor y descubrir cómo el agua forma parte de tu vida diaria. Observa con atención tu comunidad y elabora un mapa del agua, donde muestres cómo se mueve el agua que está presente en tu entorno. Materiales sugeridos: • Hojas reutilizadas, cartulina o cuadernos. • Lápices, colores, marcadores o crayones. • Regla, adhesivos o recortes (opcional). ¿Qué debes hacer? En una hoja o cartulina, dibuja un mapa de tu comunidad o del entorno de tu escuela. No tiene que ser perfecto ni exacto, lo más importante es observar, pensar y representar lo que conoces. ¿Qué puedes incluir en tu mapa? • Lugares donde hay agua: Ríos, quebradas, lagunas, canales o el mar (si están cerca). Grifos, estanques, pozos o bebederos. Plantas de tratamiento de agua potable o de aguas residuales (si conoces alguna). • El recorrido del agua: Trata de averiguar de dónde viene el agua que llega a tu casa o escuela, cómo llega hasta ahí y qué pasa con el agua después de que es usada. • Cuidado del agua: Marca con dibujos o símbolos los lugares donde el agua se cuida, también indica los lugares donde podría desperdiciarse o contaminarse y añade ideas o acciones para proteger mejor el agua en tu comunidad. Reflexiona mientras dibujas: ¿De dónde viene el agua que usas cada día? ¿Qué acciones realizamos para no desperdiciarla? ¿Qué podríamos hacer para proteger mejor el agua en nuestra comunidad? Cuando termines tu mapa, compártelo con tus compañeros y cuéntales lo que descubriste sobre el agua. Juntos pueden crear un diario mural en la escuela para compartirlo con la comunidad y promover grandes cambios. 2.2.1 ¿Cómo funciona una planta potabilizadora? Para entender cómo el agua pasa de un río o un embalse hasta el grifo de tu casa siendo totalmente segura, podemos imaginar la planta potabilizadora como una gran fábrica de limpieza que utiliza procesos físicos y químicos, de acuerdo a los siguientes pasos: 1) Captación: El primer paso es extraer el agua de la fuente natural. En la entrada de la planta hay rejas de distintos tamaños que funcionan como un filtro gigante, separando objetos grandes como ramas, plásticos o piedras para evitar que dañen la maquinaria de la planta. 2) Coagulación y floculación: Se añaden sustancias químicas que facilitan la unión de las partículas pequeñas para que luego formen grumos más grandes, llamados flóculos, que son más fáciles de separar del agua. 3) Decantación: Una vez que la suciedad se ha agrupado en flóculos más pesados, el agua pasa a grandes tanques, donde por efecto de la gravedad, esos flóculos se depositan en el fondo y forman un lodo, mientras que el agua más limpia queda en la parte superior y continúa el proceso. 4) Filtración: Aunque el agua ya parezca limpia, aún puede tener impurezas muy pequeñas. Para eliminarlas, el agua atraviesa capas de arena y otros materiales como carbón activado, que actúan como filtros. 5) Desinfección: Este es el paso final para garantizar que el agua no nos enferme, pues se eliminan microorganismos, bacterias y virus, para ello se añade una cantidad controlada de cloro o se utiliza luz ultravioleta (UV) u ozono. 6) Análisis de laboratorio: Se realizan análisis físicos y químicos para asegurar la calidad del agua. Gracias a las plantas potabilizadoras y al trabajo de muchas personas, el agua llega a nuestras casas limpia y segura. Sin embargo, el agua es un recurso limitado. Aunque la tecnología de las plantas es muy avanzada, este proceso requiere mucha energía, conocimientos y cuidado, por lo que proteger y usar el agua de forma responsable es tarea de todos. Aprende más de la potabilización del agua con Veolia: https://www.youtube.com/watch?v=bmtDt2yHwnQ 2.3 Detectives del agua: ¿Qué pasa con el agua después de usarla? Después de usar el agua en casa, por ejemplo, al lavarnos las manos, ducharnos o utilizar el inodoro, el agua no desaparece. Se convierte en agua usada y comienza un nuevo recorrido dentro del ciclo urbano, tal como se mencionó anteriormente